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Apostas esportivas: há preocupação em preservar sistema financeiro, diz CEO da Datarisk
Publicado 16/12/2024 • 09:51 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 16/12/2024 • 09:51 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
As apostas esportivas se tornaram cada vez mais recorrentes no Brasil. Segundo pesquisa, 42% das pessoas que fazem, pelo menos, uma aposta por mês, tornam-se inadimplentes. O número tem chamado a atenção de instituições financeiras, que temem prejuízos ao conceder crédito e outros serviços.
Uma tecnologia da Datarisk, empresa de tecnologia especializada em soluções de inteligência artificial, utiliza dados cadastrais tanto da pessoa quanto de seus parentes, além do histórico recente de apostas (frequência e número de casas de apostas diferentes) para determinar qual a probabilidade da pessoa vir a fazer apostas nos próximos 3 meses.
Para o CEO da companhia, Jhonata Emerick, essa é uma nova dinâmica que veio para ficar. “São números relevantes. Você vê que hoje, a estimativa de aposta esportiva vai ser em torno de R$ 240 bilhões. Em especial, os apostadores estão ali na classe C, D e. Então, inevitavelmente você começa a ter um comprometimento de renda que ele reflete na inadimplência”, disse em entrevista ao Agora, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Emerick acredita que vários setores devem ser afetados com esse cenário, mas o financeiro tem uma ‘causa mais especial e mais imediata’, dado o volume de recursos que estão sendo hoje investido em apostas esportivas.
“Acho que tem uma preocupação grande aqui: de você preservar, dado que a gente tem uma baixa educação financeira do brasileiro. Além de você preservar as famílias, é você também preservar o sistema financeiro, porque a inadimplência acontecendo ela afeta todo mundo, desde as instituições financeiras, mas ela também torna o custo de crédito maior. Então, o impacto é para todo mundo. O ponto que a gente precisa agora é tratar de forma pragmática, e aí a inteligência de dados é de fato um aliado importante nesse processo”, destacou.
Confira a entrevista completa ao jornalista Rafael Ihara, ao Times Brasil.
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