CNBC
tela de e-commerce Walmart

CNBCWalmart aposta em tecnologia de IA para facilitar compras e otimizar operações nas lojas

Mundo

Bolsas europeias recuam com pressão sobre bancos e títulos públicos

Publicado 01/10/2026 • 15:08 | Atualizado há 55 minutos

KEY POINTS

  • Bolsas europeias encerraram a sessão em queda, com o setor bancário entre as principais pressões sobre os índices.
  • Venda de títulos soberanos, petróleo acima de US$ 100 e riscos geopolíticos aumentaram a aversão ao risco nos mercados.
  • Ações ligadas à inteligência artificial limitaram parte das perdas, enquanto investidores acompanharam sinais de política monetária.

Foto: Creative Commons

As bolsas europeias terminaram esta quinta-feira (1º) em queda generalizada, em uma sessão marcada pela pressão sobre o setor bancário e pela continuidade da venda de títulos públicos dos Estados Unidos e da Europa. O avanço dos juros soberanos ampliou a cautela dos investidores, que também acompanharam o petróleo em níveis elevados e os riscos geopolíticos.

Em Londres, o FTSE 100 recuou 1,68%, aos 10.428,27 pontos. O DAX, de Frankfurt, caiu 0,87%, aos 24.980,82 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, perdeu 1,62%, aos 7.835,31 pontos.

As perdas foram mais acentuadas em Milão e Madri. O FTSE MIB caiu 2,21%, aos 50.237,86 pontos, e o Ibex 35 recuou 2,28%, aos 18.984,14 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 cedeu 1,97%, aos 9.476,60 pontos. As cotações são preliminares.

O movimento nos mercados de renda fixa pesou sobre as ações ao longo da sessão. A desvalorização dos títulos públicos elevou os juros soberanos, enquanto os investidores tentavam equilibrar o interesse por empresas ligadas à inteligência artificial com um ambiente macroeconômico mais adverso.

No setor de tecnologia, ASML e ASM International terminaram próximas da estabilidade. As fabricantes holandesas de semicondutores também repercutiram o balanço trimestral da Micron Technology, divulgado nos Estados Unidos.

Bancos lideram perdas

O setor bancário esteve entre os principais focos de pressão e recuou mais de 3%. Em Londres, o Barclays caiu 4%, enquanto o italiano UniCredit perdeu 3,67%.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

Em Madri, o BBVA recuou 3,73%, apesar de ter anunciado aumento de quase 16% em seu dividendo provisório, para € 0,37 (R$ 2,17) por ação.

A queda dos bancos ocorreu em meio a uma combinação de fatores que ampliou a aversão ao risco: juros de títulos soberanos em máximas de décadas, petróleo acima de US$ 100 (R$ 523) por barril, tensões geopolíticas e incertezas sobre os próximos movimentos dos principais bancos centrais.

Banco da Inglaterra no radar

No Reino Unido, declarações da integrante do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra (BoE) Catherine Mann reforçaram as preocupações com a trajetória dos juros.

Mann avaliou que as condições financeiras reais britânicas estão “insuficientemente restritivas” e disse que, em algum momento, o banco central precisará elevar a taxa básica de juros.

A dirigente citou como fatores de preocupação a inflação acima da meta há anos e os riscos adicionais de alta dos preços provocados pelo conflito no Oriente Médio.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Mundo