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Farmacêuticas e bancos puxam alta das bolsas europeias com petróleo em queda
Publicado 06/10/2026 • 14:51 | Atualizado há 40 minutos
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Publicado 06/10/2026 • 14:51 | Atualizado há 40 minutos
KEY POINTS
A queda do petróleo pelo terceiro pregão consecutivo e o avanço de ações dos setores farmacêutico e bancário deram sustentação às bolsas europeias nesta terça-feira (06). Os principais índices encerraram em alta, mesmo diante de indicadores econômicos abaixo das expectativas e das incertezas fiscais na França.
O movimento foi disseminado entre os principais mercados. Milão liderou os ganhos, com alta de 0,87%, aos 51.261,40 pontos, seguida por Frankfurt, onde o DAX avançou 0,82%, aos 25.461,96 pontos. O Ibex 35, de Madri, ganhou 0,70%, aos 19.435,30 pontos, enquanto o PSI 20, de Lisboa, subiu 0,71%, aos 9.420,43 pontos.
Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,42%, aos 10.541,69 pontos, e, em Paris, o CAC 40 registrou alta de 0,40%, aos 7.865,07 pontos. As cotações são preliminares.
A nova baixa do petróleo contribuiu para reduzir as preocupações dos investidores com a inflação, compensando em parte os sinais de fraqueza da economia europeia. As vendas no varejo da zona do euro cresceram apenas 0,1% em agosto ante julho, enquanto as encomendas à indústria alemã despencaram 10,6%, diante de expectativa de recuo de 1%.
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Siga o Times | CNBCNa França, o mercado também encontrou algum suporte no alívio da pressão sobre os títulos soberanos. O movimento ocorreu depois de Marine Le Pen propor que o déficit do país seja reduzido para menos de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2032.
Na avaliação do Commerzbank, a pressão vendedora sobre os OATs, títulos públicos franceses, dá sinais de enfraquecimento. As bolsas de França e Espanha avançaram mesmo em meio à crise social que levou milhares de pessoas às ruas dos dois países nos últimos dias.
Entre as empresas, a dinamarquesa Genmab avançou 4,4% depois que o Epkinly, medicamento desenvolvido em parceria com a AbbVie, reduziu em 51% o risco de progressão ou morte em um estudo avançado contra linfoma. Na Alemanha, Merck subiu 2,1% e Sartorius ganhou 2%, enquanto o subíndice europeu de saúde avançou 0,4%.
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