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Bono, Messi, Soros recebem Medalha Presidencial da Liberdade de Biden
Publicado 04/01/2025 • 08:00 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 04/01/2025 • 08:00 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
O presidente dos EUA, Joe Biden, entrega a Medalha Presidencial da Liberdade ao cantor Bono na Sala Leste da Casa Branca, em Washington, EUA, 4 de janeiro de 2025.
REUTERS/Ken Cedeno
Joe Biden entregará hoje a Medalha Presidencial da Liberdade a 19 homenageados, concedendo a mais alta honraria civil dos Estados Unidos a artistas, estrelas do esporte, políticos e diplomatas.
Entre os homenageados pelo presidente americano estão o cantor e ativista Bono, o ícone do basquete Earvin “Magic” Johnson, a renomada editora de moda Anna Wintour, o astro do futebol Lionel Messi, os atores Denzel Washington e Michael J. Fox, e o estilista Ralph Lauren.
Os homenageados “são grandes líderes porque são boas pessoas que fizeram contribuições extraordinárias para seu país e o mundo”, afirmou a Casa Branca em comunicado.
Outros homenageados deste ano incluem o chef José Andrés, fundador da ONG World Central Kitchen, e a pesquisadora de primatas Jane Goodall, uma importante voz ambientalista.
Alguns dos escolhidos pelo democrata de 82 anos têm um perfil mais político, como o bilionário financiador e filantropo de esquerda George Soros, frequentemente criticado por republicanos, e Hillary Clinton, ex-primeira-dama, senadora e secretária de Estado dos EUA, que concorreu sem sucesso contra Donald Trump nas eleições presidenciais de 2016.
Soros foi homenageado por ter “apoiado organizações e projetos ao redor do mundo que fortalecem a democracia, os direitos humanos, a educação e a justiça social”, segundo comunicado da Casa Branca.
Já Clinton “fez história diversas vezes ao longo de décadas de serviço público”, incluindo ser a primeira mulher nomeada por um grande partido para a presidência dos EUA.
Biden também decidiu conceder postumamente a Medalha Presidencial da Liberdade a Robert Francis Kennedy, conhecido como “Bobby” Kennedy ou por suas iniciais, “RFK”.
RFK foi procurador-geral dos EUA durante a presidência de seu irmão John F. Kennedy e foi assassinado em 1968 enquanto fazia campanha pela nomeação presidencial democrata.
“Seu legado continua a inspirar aqueles comprometidos com justiça, igualdade e serviço público”, afirmou Biden em um comunicado.
RFK também foi pai de Robert Kennedy Jr., “RFK Jr.”, um cético em relação a vacinas que foi indicado pelo presidente eleito Donald Trump para ser o próximo secretário de Saúde e Serviços Humanos.
As escolhas de Biden para a Medalha da Liberdade refletem seu desejo de deixar uma última marca antes de deixar o cargo.
Na quinta-feira, em outro gesto que contrariou Trump, Biden entregou a Medalha Presidencial de Cidadãos a Liz Cheney, ex-congressista republicana de Wyoming que participou do comitê da Câmara que investigou a insurreição de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA.
Trump expressou sua indignação com a decisão na sexta-feira, chamando Cheney, filha do ex-vice-presidente Dick Cheney, de “totalmente corrupta” e escreveu na Truth Social que “Biden a recompensou apenas porque ela odiava ‘TRUMP’”.
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Juliana Colombo é jornalista especializada em economia e negócios. Já trabalhou nas principais redações do país, como Valor Econômico, Forbes, Folha de S. Paulo e Rede Globo.
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