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EXCLUSIVO CNBC: Trump admite que acionou a FIFA por suspensão de jogador americano e chama expulsão de “muito injusta”
Publicado 06/07/2026 • 16:19 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 06/07/2026 • 16:19 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Donald Trump afirmou que pediu à FIFA uma revisão do cartão vermelho aplicado ao atacante norte-americano Folarin Balogun e classificou como “muito injusta” a punição que tiraria o jogador da partida seguinte dos Estados Unidos na Copa do Mundo.
O presidente dos Estados Unidos disse que a jogada não deveria ter sido punida. “Eu vi o lance, sou uma pessoa que adora esportes e entendo muito bem do assunto. E aquilo não foi falta, não foi nem infração”, afirmou em entrevista coletiva na Casa Branca.
Balogun havia sido expulso na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina, pela fase eliminatória da Copa. Com o cartão vermelho, o atacante ficaria suspenso do jogo contra a Bélgica, nas oitavas de final. A Federação dos Estados Unidos informou que a FIFA aplicou o artigo 27 do Código Disciplinar para suspender o cumprimento da sanção por um período probatório de um ano.
Trump disse que o lance envolveu dois jogadores em velocidade, sem intenção de falta. “Eram dois caras correndo em velocidade máxima que acabaram se chocando. Não tem como você posicionar o pé exatamente sobre o pé de outra pessoa enquanto está correndo”, afirmou.
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O presidente também criticou o árbitro brasileiro Raphael Claus, responsável pela expulsão, e disse que o juiz era “um tanto suspeito”. Trump não detalhou as acusações. Ele confirmou ter pedido ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, uma revisão do caso, mas afirmou que não pressionou a entidade a mudar a decisão.
“Não sabia o que significava, não achei que fosse grande coisa. Aí comecei a ouvir que isso significa que ele não pode jogar a próxima partida. Eu pensei: caramba, isso é algo sério”, disse Trump.
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Siga o Times | CNBCA decisão da FIFA provocou reação internacional. A Bélgica contestou a elegibilidade de Balogun para a partida contra os Estados Unidos, mas o pedido foi rejeitado pela entidade porque a federação belga não era parte no processo disciplinar. A UEFA também criticou a decisão e afirmou que a FIFA havia “cruzado uma linha vermelha”.
Infantino confirmou a conversa com Trump, mas afirmou que os órgãos judiciais da FIFA atuam de forma “independente e autônoma”. A entidade manteve o cartão vermelho, mas suspendeu a execução da punição de um jogo pelo período probatório.
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No Brasil, a CBF divulgou nota em defesa de Raphael Claus. A entidade afirmou que o árbitro “é reconhecido mundialmente como um dos melhores árbitros em atividade” e que “não há, em todo o seu histórico, qualquer elemento que o desabone ou que sustente qualquer tipo de suspeita”.
Trump, por sua vez, atribuiu a si próprio o pedido de revisão à FIFA. “Uma coisa é punir alguém por uma partida, mas como você pune alguém por um jogo que ainda nem aconteceu? É muito injusto, não se pode fazer isso. Então, sim, pedi uma revisão por parte da FIFA”, disse.
O presidente também aproveitou a fala para fazer uma crítica ao antecessor Joe Biden. “Fui eu quem fez com que eles agissem, não foi o Biden. O Biden estava dormindo, eu é que o fiz agir”, afirmou.
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