O presidente da França, Emmanuel Macron, acusou grupos radicais de extrema esquerda de tentar “derrubar a República” durante os protestos que provocaram episódios de violência no fim de semana.
Após uma reunião especial de segurança no Palácio do Eliseu, nesta quinta-feira (22), Macron afirmou que os atos violentos foram liderados por grupos radicais, além de criminosos que teriam aproveitado as mobilizações para realizar saques.
Ele também afirmou que a estratégia adotada para os próximos dias prevê a proibição de manifestações convocadas por "indivíduos ou grupos sem autoridade legítima".
FreCha / Wikimedia Commons / CC BY-SA 4.0
Manifestantes ocupam a Praça da República, em Paris, durante protestos em 17 de outubro de 2026. A onda de mobilizações levou autoridades francesas a manter toques de recolher em algumas áreas do país.
O presidente da França, Emmanuel Macron, acusou grupos radicais de extrema esquerda de tentar “derrubar a República” durante os protestos que provocaram episódios de violência no fim de semana.
Após uma reunião especial de segurança no Palácio do Eliseu, nesta quinta-feira (22), Macron afirmou que os atos violentos foram liderados por grupos radicais, além de criminosos que teriam aproveitado as mobilizações para realizar saques. Ele também afirmou que a estratégia adotada para os próximos dias prevê a proibição de manifestações convocadas por “indivíduos ou grupos sem autoridade legítima”.
“Quando os sindicatos apresentarem pedidos para realizar manifestações, os prefeitos os examinarão de acordo com a lei, mas serão propostas rotas alternativas”, disse Macron ao defender a proteção das regiões centrais das cidades, dos estabelecimentos comerciais e dos edifícios públicos.
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“As regras são simples e acredito que sejam apenas bom senso. A recomendação geral é que não haja manifestações nos próximos dias”, declarou Macron.
Mesmo com as limitações estabelecidas pelas autoridades em diversas cidades, dezenas de pessoas protestaram em Paris nesta quinta-feira. De acordo com os organizadores, um tribunal administrativo da capital francesa revogou a proibição imposta pela polícia. A decisão judicial não havia sido divulgada imediatamente.
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