Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Meloni considera “muito arriscado” o acordo entre Trump e Putin sobre o combustível, pois “legitima Moscou”
Publicado 14/10/2026 • 14:30 | Atualizado há 36 minutos
Netflix demite mais de 1.000 funcionários, cerca de 6% de seu quadro, em meio à desaceleração do crescimento
ASML divulga resultados acima da expectativa do mercado, carteira de pedidos até 2030 e ações puxam índices europeus
Irã reforça instalações nucleares diante da possibilidade de ataques dos EUA após eleições de meio de mandato, diz jornal
Petróleo sobe a US$ 105 enquanto AIE prevê aperto no diesel até 2027 após ataque a prédio administrativo da Aramco
Previdência Social dos EUA anuncia reajuste de 3,6% para 2027
Publicado 14/10/2026 • 14:30 | Atualizado há 36 minutos
KEY POINTS
Wikimedia Commons
Giorgia Meloni expressou nesta quarta-feira (14) seu descontentamento em relação ao acordo sobre combustível anunciado na última sexta-feira.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, expressou nesta quarta-feira (14) seu descontentamento em relação ao acordo sobre combustível anunciado na última sexta-feira pelos presidentes dos Estados Unidos e da Rússia, Donald Trump e Vladimir Putin; um acordo assinado por motivos equivocados e que reabre o mercado internacional ao combustível russo, em um ato que parece “legitimar” Moscou, inimiga da Ucrânia.
Meloni considerou que Trump está errado ao argumentar que o acordo com Putin era necessário para reduzir os preços dos combustíveis, pois “seu aumento se deve principalmente à guerra no Irã, e não ao conflito na Ucrânia”. Em termos gerais, “é uma decisão muito arriscada, com um resultado incerto e riscos evidentes: legitimar Moscou enquanto suas bombas continuam caindo sobre cidades ucranianas”.
Com a assinatura do acordo, a Rússia não apenas recebe “novas receitas para financiar a guerra”, mas também “enfraquece implicitamente a pressão das sanções” que pesam sobre o Kremlin e “contradiz o que os Estados ocidentais, incluindo os Estados Unidos, têm feito até agora para pressionar Putin a sentar-se à mesa de negociações”.
Leia também: Trump volta a atacar Giorgia Meloni e afirma que não há mais amizade entre os dois
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCMeloni, cuja maioria no Senado apresentou logo em seguida uma resolução na qual declara seu apoio total a uma solução diplomática para a Ucrânia, ressaltou que declarar apoio à Ucrânia “não é uma alternativa à paz, mas sim o que a torna possível”.
“Porque, se o agressor pode aspirar à rendição de seu adversário, por que precisaria negociar? Se a Ucrânia deixasse de se defender amanhã, como muitos esperam e propõem, não teríamos paz. Estaríamos falando da ocupação de uma nação europeia e do retorno do imperialismo ao estilo soviético que a Europa viveu durante meio século”, acrescentou.
Meloni concluiu ressaltando a delicadeza do momento atual, no qual percebe que “as provocações de Moscou se multiplicam para obter uma reação”. A chefe do governo italiano acusou Putin de “precisar desviar a atenção do conflito e buscar um novo inimigo, que poderia ser a Europa”. Nesse contexto, a primeira-ministra italiana pediu que “ninguém dê qualquer vantagem a Putin” antes de fazer um apelo à calma.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
‘Yes! We Have No Bananas’; guerra no Irã encarece cadeia produtiva da fruta e pressiona mercado americano
2
Embraer compra 51% de empresa indiana, subsidiária do Grupo Mahindra, visando expandir produção de cargueiro militar na região
3
Netflix demite mais de 1.000 funcionários, cerca de 6% de seu quadro, em meio à desaceleração do crescimento
4
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula no segundo turno, aponta pesquisa Gerp
5
Escala 6×1 avança no Senado e será votada nesta quarta; Alcolumbre diz ter apoio para acelerar tramitação