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Ouro retoma patamar de US$ 5 mil e fecha em alta

Publicado 09/02/2026 • 16:32 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • A alta foi impulsionada por um dólar fraco (DXY -0,75%) e a persistência das tensões geopolíticas.
  • Investidores também buscam o ativo de segurança diante das expectativas para a economia americana às vésperas da divulgação do payroll (empregos) na quarta-feira (11) e do indicador de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos na sexta-feira (13).
  • Os dados podem recalibrar as apostas para a política monetária do Federal Reserve (Fed).

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Ouro

O ouro fechou em alta robusta nesta segunda-feira (9), e retomou o patamar acima de US$ 5 mil por onça-troy, impulsionado por um dólar fraco (DXY -0,75%) e a persistência das tensões geopolíticas.

Investidores também buscam o ativo de segurança diante das expectativas para a economia americana às vésperas da divulgação do payroll (empregos) na quarta-feira (11) e do indicador de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos na sexta-feira (13), que podem recalibrar as apostas para a política monetária do Federal Reserve (Fed).

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em alta de 2%, a US$ 5.079,40 (cerca de R$ 26.666,85, na cotação atual) por onça-troy. Já a prata para março subiu quase 7%, a US$ 82,234 (R$ 431,73) por onça-troy.

Em análise, o MUFG destaca que investidores aguardam dados econômicos e de inflação importantes dos EUA em busca de mais pistas sobre o rumo dos cortes nas taxas de juros, o que beneficia o metal precioso. No mesmo sentido, o ANZ Research pontua que os investidores reafirmaram suas perspectivas otimistas de longo prazo para o ouro.

Na ponta geopolítica, as incertezas se mantêm sobre a relação entre EUA e Teerã, após novas ameaças durante o fim de semana. Hoje, os EUA pediram a navios americanos para ficarem o mais longe possível do Irã ao passarem pelo Estreito de Ormuz, após um episódio de tensão na semana passada.

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Mais cedo, os iranianos apontaram possível diluição do estoque de urânio em troca da suspensão de todas as sanções financeiras, mas um novo encontro com autoridades americanas para discutir o tema ainda não tem data prevista.

O ministro das Relações Exteriores do país persa, Abbas Araghchi, mencionou que o país está pronto para uma guerra, se for necessário, e há expectativas de que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente dos EUA, Donald Trump, se reúnam na quarta-feira para debater sobre o tema.

Para a Pepperstone, no entanto, apesar do metal receber o impulso do dólar fraco, da expectativa de importantes indicadores econômicos dos EUA, de incertezas geopolíticas, bem como compras contínuas dos bancos centrais, a falta de novos catalisadores provavelmente limitará a alta do metal.

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