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Pobreza na Argentina despenca mais de 10% no terceiro trimestre de 2025
Publicado 21/12/2025 • 16:41 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 21/12/2025 • 16:41 | Atualizado há 2 meses
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Pixabay
Bandeira da Argentina
A economia argentina registrou uma melhora social expressiva no terceiro trimestre de 2025. De acordo com projeções do Conselho Nacional de Coordenação de Políticas Sociais (CNCPS), a taxa de pobreza no país caiu para 27,5%, o que representa um recuo histórico de 10,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2024, quando o índice era de 38,3%.
O dado, fundamentado em levantamentos do Indec (o instituto de estatísticas do país), indica que este é o menor patamar de pobreza desde o início da gestão de Javier Milei. Para efeito de comparação, o pico da crise social ocorreu no primeiro trimestre de 2024, logo após o ajuste econômico de choque, quando a pobreza atingiu 54,8%.
Se a tendência se confirmar no relatório oficial semestral — previsto para março de 2026 —, o governo consolidará uma trajetória de queda contínua iniciada no segundo semestre de 2024.
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A situação de indigência (pobreza extrema) também apresentou uma redução drástica, fixando-se em 5,4% no terceiro trimestre de 2025. O número representa uma queda de 3,8 pontos percentuais na comparação interanual.
No pior momento da série histórica recente, no início de 2024, a indigência chegou a afetar 20,2% dos argentinos, o que significa que mais de 14 pontos percentuais da população saíram da situação de fome extrema em pouco mais de um ano.
O Ministério do Capital Humano atribui os resultados à desaceleração da inflação e à eficácia da cesta básica como medidora de renda. Na Argentina, é considerado indigente quem vive em lares cuja renda não cobre o valor de uma cesta básica alimentar mínima.
O governo ressalta que a estabilização macroeconômica e as políticas de transferência direta de renda foram fundamentais para que milhões de pessoas recuperassem o poder de compra e superassem a linha da miséria.
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