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Tarifas dos EUA pressionam comércio global e abrem oportunidades para o Brasil, diz CEO do Lide China
Publicado 03/04/2025 • 13:22 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 03/04/2025 • 13:22 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
As novas tarifas impostas pelos Estados Unidos, sob influência do presidente Donald Trump, estão redefinindo o comércio global e colocando em xeque o multilateralismo econômico. As taxas sobre produtos chineses já chegam a 34%, enquanto outros países asiáticos, como Vietnã e Coreia do Sul, também enfrentam tarifas elevadas.
O Brasil, por outro lado, recebeu uma taxação menor, de 10%. Segundo José Ricardo dos Santos, CEO do Lide China, isso pode representar uma oportunidade de fortalecer relações comerciais tanto com os EUA quanto com a China.
“O Brasil pode, sim, desenvolver e ampliar sua relação comercial com os Estados Unidos e, ao mesmo tempo, intensificar a parceria com a China”, disse o especialista em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta quinta-feira (3).
Segundo Santos, a China se mantém como o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009, com uma balança comercial de US$ 158 bilhões em 2023 e 2024. No mesmo período, o comércio entre Brasil e EUA cresceu de US$ 75 bilhões para US$ 81 bilhões.
Santos ainda destacou que a crescente tensão entre Washington e Pequim também impacta o setor tecnológico. “A China tem desenvolvido diversos acordos bilaterais e multilaterais, como no BRICS, enquanto os EUA impõem restrições ao uso de tecnologia chinesa em vários países”, disse.
Segundo o especialista, a inovação chinesa, antes vista como sinônimo de baixo custo, agora atrai empresários brasileiros pela sofisticação tecnológica, incluindo pagamentos por reconhecimento facial e carros autônomos.
Com a alta dos custos na China, indústrias que dependem de mão de obra intensiva têm migrado para o Sudeste Asiático, especialmente o Vietnã. O Brasil poderia atrair parte desses investimentos, mas, para isso, precisa de uma estratégia mais agressiva. “Precisamos ampliar o diálogo e fortalecer a diplomacia econômica para garantir mais oportunidades e investimentos para o país”, disse.
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