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Trump diz que execução de atirador de Fort Hood não será transmitida ao vivo
Publicado 15/10/2026 • 12:15 | Atualizado há 56 minutos
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Publicado 15/10/2026 • 12:15 | Atualizado há 56 minutos
KEY POINTS
Foto por HANDOUT / BELL COUNTY SHERIFFS DEPARTMENT / AFP
A execução por fuzilamento de um homem condenado pelo ataque a uma base militar não será transmitida ao vivo, anunciou Donald Trump.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que a execução por fuzilamento de Nidal Hasan, condenado pelo ataque a Fort Hood, não será transmitida ao vivo.
O anúncio foi feito após aumentar a oposição à ideia de exibir a execução de Hasan ao vivo pela internet.
“Nidal Malik Hasan, um ex-major do Exército dos Estados Unidos que se tornou um traidor, é um homem muito mau e perverso”, escreveu Trump em uma publicação na rede social Truth Social.
“Dito isso, acho que transmitir a execução para que todos pudessem assistir poderia ter sido um forte fator de dissuasão, permitindo que o mundo testemunhasse como os Estados Unidos lidam com terroristas e escória como Hasan. No entanto, muitas pessoas boas e bem-intencionadas preferem não vê-lo morrer, seja por transmissão ao vivo ou por qualquer outro meio visual”, escreveu o presidente.
“Ele morrerá, conforme previsto, por fuzilamento, mas o evento não será transmitido.”
Em 5 de outubro, o Pentágono informou que Trump havia aprovado uma recomendação do secretário de Defesa, Pete Hegseth, para executar Hasan, de 56 anos, por um pelotão de fuzilamento do Exército americano. Ele foi condenado pelo ataque a tiros que matou 13 pessoas em 5 de novembro de 2009, na base militar de Fort Hood, em Killeen, no Texas. Outras 32 pessoas ficaram feridas. Na época, Hasan era major do Exército.
Hasan foi condenado à morte após um julgamento em corte marcial, em 2013.
Ele será a primeira pessoa executada por decisão de uma corte marcial das Forças Armadas dos Estados Unidos desde 1961.
A CNBC entrou em contato com o Pentágono para comentar a publicação de Trump.
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Nader Hasan, primo de Nidal Hasan, que se manifestou publicamente após o ataque a Fort Hood, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
Leia o post de Donald Trump na íntegra:

Historicamente, execuções nos Estados Unidos eram realizadas em público, mas, ao longo do século 20, passaram a ocorrer dentro de presídios, longe da população. Em 1936, milhares de pessoas assistiram ao enforcamento de um condenado no Kentucky; no ano seguinte, centenas acompanharam outra execução pública no Missouri.
Uma lei federal proíbe a gravação e a transmissão de execuções no sistema prisional federal, mas as regras militares não estabelecem a mesma restrição. Condenado por homicídio premeditado em uma corte marcial, Hasan foi sentenciado em 2013.
Nos estados americanos, o acesso às execuções costuma ser restrito a autoridades, familiares, advogados e um pequeno grupo de jornalistas. Tentativas de ampliar a cobertura pública já foram barradas pela Justiça.
Em 2001, um juiz rejeitou o pedido de uma empresa de internet para transmitir ao vivo a execução de Timothy McVeigh, condenado pelo atentado a bomba em Oklahoma City, em 1995, que matou 168 pessoas. Na ocasião, o Departamento de Justiça autorizou apenas uma transmissão por circuito fechado para sobreviventes e familiares das vítimas.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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