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Trump volta a dizer que acompanha eleição brasileira “muito de perto” e evita declarar apoio a candidatos
Publicado 02/10/2026 • 21:19 | Atualizado há 44 minutos
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Publicado 02/10/2026 • 21:19 | Atualizado há 44 minutos
KEY POINTS
Anna Moneymaker | Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (2) que continua acompanhando “muito de perto” a eleição presidencial brasileira, marcada para domingo (4). Apesar de ter sido questionado diretamente sobre quem apoiaria na disputa, o republicano não declarou preferência por nenhum candidato.
“Estou analisando a situação como um todo e vamos acompanhá-la bem de perto”, respondeu Trump a jornalistas na Casa Branca.
A declaração ocorre um dia depois do presidente americano também comentar publicamente o processo eleitoral brasileiro. Na quinta-feira (1º), Trump disse que acompanha a disputa “muito de perto”, classificou o Brasil como um país “muito importante” e afirmou que a eleição também é “muito importante”.
“As pessoas do Brasil são fantásticas”, afirmou na ocasião. Trump também não anunciou apoio a nenhum dos concorrentes naquele momento.
Nesta sexta-feira, Trump foi questionado especificamente se apoiaria Flávio Bolsonaro (PL). Em vez de responder diretamente, disse apenas que estava observando a disputa como um todo.
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Siga o Times | CNBCÉ a segunda manifestação pública do presidente americano sobre a eleição brasileira em dois dias, mas, até agora, ele não formalizou apoio a nenhuma candidatura.
Trump recebeu Flávio Bolsonaro na Casa Branca em maio. O presidente americano também se reuniu com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante este ano, em meio a uma relação marcada simultaneamente por contatos entre os dois governos e por disputas comerciais e diplomáticas.
As falas de Trump acontecem na reta final da campanha brasileira. O primeiro turno será realizado neste domingo (4). Caso nenhum candidato obtenha mais da metade dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro.
A relação entre Brasília e Washington tem sido um dos temas externos presentes na campanha. O governo Trump adotou tarifas contra produtos brasileiros e outras medidas que provocaram atritos com o governo Lula. Integrantes do governo brasileiro também têm levantado preocupações sobre possíveis tentativas externas de influência no processo eleitoral.
Congressistas americanos também passaram a cobrar explicações da administração Trump sobre sua atuação em relação ao Brasil durante o período eleitoral. As críticas partiram principalmente de parlamentares democratas e independentes, que acusaram o governo americano de interferência. A Casa Branca não declarou apoio oficial a nenhum candidato brasileiro nas falas públicas de Trump desta semana.
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