Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ucranianos e russos voltam a negociar em Istambul sob pressão dos EUA
Publicado 23/07/2025 • 11:37 | Atualizado há 8 meses
Mais três navios são atingidos no Golfo Pérsico enquanto o Irã alerta para petróleo a US$ 200
Plano de liberação recorde de petróleo indica que guerra no Oriente Médio pode durar meses
Boom e queda das ações de empresas de memória chegam ao fim com avanço da IA
Trump diz que vai usar Reserva Estratégica de petróleo para reduzir custos de energia na guerra contra o Irã
Ford lança nova IA para impulsionar Pro, um negócio comercial bilionário
Publicado 23/07/2025 • 11:37 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
BEN CURTIS/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO | Wikimedia
Várias rodadas de diálogos não conseguiram fechar um acordo, já que Moscou insiste em exigências territoriais que Kiev descartou.
Representantes da Ucrânia e da Rússia retomam nesta quarta-feira (23), as negociações de paz em Istambul, na Turquia, em um encontro descrito como “complexo” por ambas as partes. Será a terceira rodada de conversações diretas desde o início da guerra, há mais de três anos, agora sob pressão do governo dos Estados Unidos por avanços concretos.
O Kremlin confirmou que sua delegação, liderada pelo ex-ministro da Cultura Vladimir Medinski, partiu para a Turquia. Do lado ucraniano, a equipe é chefiada por Rustem Umerov, atual secretário do Conselho de Segurança Nacional. Ambos os representantes já estiveram à frente das negociações anteriores, realizadas na mesma cidade.
Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, o foco estará nos rascunhos de memorandos trocados entre as partes em junho, que refletem visões “diametralmente opostas” sobre os termos da paz. Moscou exige o reconhecimento das anexações de quatro regiões ucranianas — Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporizhzhia — e a desistência formal da Ucrânia em ingressar na Otan. Kiev, por sua vez, rejeita qualquer cessão de território, incluindo a Crimeia, ocupada desde 2014.
As conversas ganham contornos ainda mais tensos após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter estipulado um prazo de 50 dias para que Moscou avance nas negociações, sob pena de sanções mais severas. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, criticou o prazo, classificando-o como “extremamente longo” diante da escalada de mortes de civis ucranianos.
Apesar dos encontros anteriores terem resultado apenas em trocas de prisioneiros e corpos de soldados mortos, o presidente Volodimir Zelensky declarou que pretende discutir novas repatriações, inclusive de crianças levadas para a Rússia.
Na madrugada desta quarta-feira, a guerra seguiu com novos ataques. Segundo a Força Aérea da Ucrânia, 71 drones russos foram lançados contra o país. Duas crianças ficaram feridas na região de Kherson e uma mulher morreu em um bombardeio, de acordo com autoridades locais. Já a Rússia afirmou ter interceptado 33 drones ucranianos e anunciado o controle da localidade de Varachine, na região de Sumy.
Enquanto os confrontos se intensificam, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, voltou a pedir que as partes “não fechem a porta ao diálogo”.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Justiça italiana mantém restrições para conceder cidadania e frusta 70 milhões de descendentes no Brasil
2
Abicom alerta para risco de faltar diesel no Brasil em abril
3
Cidadania italiana vai a julgamento hoje: o que muda para 70 milhões de descendentes no Brasil
4
Wetzel protocola plano de recuperação extrajudicial após acordo com credores
5
Master: o contrato com a esposa de Moraes e o abalo no STF; ‘Não basta ser legal, tem que parecer legal’