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Apple aposta em chips próprios e IA para impulsionar nova geração do iPhone
Publicado 24/12/2025 • 05:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 24/12/2025 • 05:30 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A Apple apresentou uma nova fase do iPhone com foco em design, desempenho e inteligência artificial. O destaque da nova linha é o iPhone Air, modelo que impulsionou o desempenho recente das ações da empresa ao mostrar forte aceitação nas lojas ao redor do mundo, mesmo em meio a questionamentos de investidores sobre a estratégia de IA da companhia.
O CNBC Originals detalhou mais sobre a novidade que marcou 2025. Com apenas 5,6 milímetros de espessura, o iPhone Air é o mais fino já lançado pela Apple e marca o primeiro grande redesenho do aparelho desde 2017. O modelo traz uma nova câmera frontal flexível, capacidade de gravação simultânea com as câmeras frontal e traseira e um conjunto de recursos compartilhados com o iPhone 17 Pro, reforçando o posicionamento premium da nova geração.
No coração do dispositivo está o novo chip A19 Pro, desenvolvido pela própria Apple. O processador estreia uma arquitetura que integra aceleradores neurais diretamente nos seis núcleos da GPU, ampliando significativamente o desempenho de aplicações de inteligência artificial no próprio aparelho. Segundo a empresa, o processamento neural no iPhone já se aproxima do desempenho de um MacBook Pro em tarefas específicas de IA.
A Apple também avançou no controle do hardware com a introdução do modem CX e do N1, o primeiro chip sem fio desenvolvido internamente para o iPhone. A estratégia reforça o movimento da companhia de dominar toda a pilha de silício de seus dispositivos, permitindo maior otimização entre hardware, software e inteligência artificial, sem depender exclusivamente de fornecedores externos.
Apesar do impacto positivo do lançamento, as ações da Apple chegaram a cair logo após a apresentação da nova linha. O movimento refletiu a pressão de Wall Street por mais detalhes sobre a estratégia de IA da empresa, especialmente em comparação com gigantes como OpenAI e Google. Analistas questionam até que ponto a Apple pretende desenvolver modelos próprios ou integrar soluções de terceiros.
Executivos da companhia afirmam que o foco não é competir diretamente na criação de grandes modelos de linguagem, mas transformar o iPhone no melhor ambiente para desenvolvedores executarem aplicações de inteligência artificial. A nova arquitetura do chip permite alternar, dentro do mesmo programa, entre instruções de renderização gráfica e processamento neural, ampliando as possibilidades para apps e experiências baseadas em IA no dispositivo.
Com a combinação de design inédito, silício proprietário e IA embarcada, a Apple busca responder às expectativas do mercado e sustentar o sucesso comercial do iPhone em um momento de forte competição tecnológica.
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