Bastidor financeiro: por que a Estrela entrou em recuperação judicial?

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A fabricante de brinquedos Estrela pediu recuperação judicial na comarca de Três Pontas após enfrentar forte pressão financeira. 

Recuperação judicial

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O processo envolve a Manufatura de Brinquedos Estrela e outras sete empresas do grupo. A companhia cita juros altos, crédito restrito e o consumo digital.

Conglomerado

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Com juros altos e crédito mais restrito, a fabricante passou a enfrentar dificuldades para manter capital de giro e sustentar as operações.

Dificuldades

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A Estrela afirmou que seguirá operando normalmente. Pela lei brasileira, a recuperação judicial permite negociar dívidas sem interromper as atividades.

Operação

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Em dezembro, a Estrela renegociou R$ 747,8 milhões em débitos tributários com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, reduzindo a dívida para R$ 72,4 milhões.

Renegociação

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Em meio à recuperação judicial, a magistrada proibiu fornecedores essenciais de interromper, suspender ou restringir serviços ao grupo. 

Restrição aos credores

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O parcelamento foi dividido em até dez anos, sendo cinco anos para débitos previdenciários e dez anos para as demais pendências tributárias. 

Parcelamento 

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