China tem mesmo “poder” na Groenlândia, como afirma Trump?
foto: Reuters
Donald Trump, presidente dos EUA, declarou possibilidades de tomar a Groenlândia da Dinamarca, afirmando que o território teria influência da China. Os comentários surgiram durante uma reunião na Casa Branca.
Segundo Donald Trump, durante uma reunião com executivos do setor de petróleo sobre a Venezuela, sem intervenção dos Estados Unidos, a Groenlândia poderia passar a ter presença militar chinesa, incluindo navios de guerra e submarinos operando na região.
Intervenção dos EUA
foto: Canva
Especialistas afirmam que não existe presença militar chinesa significativa na Groenlândia. O cenário citado por Trump não corresponde à realidade.
Há navios de guerra chineses?
foto: Freepik
Pequim utiliza quebra-gelos com minissubmarinos e satélites de observação. Segundo a China, o objetivo é científico, mas analistas alertam para uso militar futuro do mapeamento.
China na Groenlândia
foto: Freepik
A China cresce em influência na região, porém de forma gradual e desigual. Pequim busca ampliar sua presença Ártico, mas enfrenta resistência política e regulatória em vários países.
Atuação da China no Ártico
foto: Canva
A China mantém estações científicas na Islândia e na Noruega, investe em gás russo e projetos logísticos. Na Groenlândia, tentativas de investimento tiveram sucesso limitado.
Investimento da China no Ártico
foto: Canva
Não há indícios concretos. Especialistas afirmam que não existem sinais de atuação militar chinesa na Groenlândia ou em suas águas.
Presença militar chinesa?
foto: Reuters
Apesar do discurso alarmista de Trump, analistas indicam que a China atua na Groenlândia por meio de ciência, comércio e parceiras. Sem presença militar na ilha, não tendo influência sob Groenlândia da Dinamarca.