Relógio do Juízo Final mais perto do fim do mundo; entenda os impactos para mercados e investimentos
foto: The Bulletin of the Atomic Scientists
Cientistas atualizaram o “Relógio do Juízo Final”, que indica quão perto o planeta está de uma catástrofe global. Agora, faltam 85 segundos para a meia-noite.
Relógio do Juízo
foto: The Bulletin of the Atomic Scientists
O indicador mede riscos provocados pela ação humana, como ameaças nucleares, mudanças climáticas, crises biológicas e tecnologias disruptivas.
Finalidade do relógio
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Entre os fatores que pesaram na atualização estão tensões envolvendo EUA, Rússia e China, conflitos geopolíticos e o avanço da inteligência artificial.
Criado em 1947 para estimular cooperação internacional, o Relógio não faz previsões literais, mas influencia expectativas e mercados. E aí surge a pergunta: como isso chega ao seu bolso?
História do Relógio
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Em cenários instáveis, investidores costumam reduzir risco e buscar proteção. Isso tende a fortalecer dólar, ouro e títulos considerados seguros.
1. Mais risco = mais cautela
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Crises também afetam cadeias globais de suprimento. Energia, alimentos e metais ficam mais voláteis, pressionando custos e alimentando a inflação.
Recursos pressionados
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Com inflação elevada e incertezas no radar, bancos centrais evitam cortar juros cedo. Crédito mais caro esfria o consumo e pesa sobre lucros no curto prazo.
Juros altos por mais tempo
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Se o Relógio chegar à meia-noite, significa que uma catástrofe irreversível aconteceu. Para evitar esse cenário, cientistas defendem retomar diálogos, frear riscos ligados a tecnologias e fortalecer acordos internacionais.