Volta às aulas pesa no bolso? Veja como planejar os gastos com escola
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Em janeiro, famílias de todo o país voltam a fazer contas para acomodar no orçamento as despesas da volta às aulas. Planejar gastos como matrícula, material escolar e atividades extras se torna essencial para evitar desequilíbrios.
Volta às aulas
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Ao longo do ano, entram também gastos como alimentação na escola, lanches, aulas extracurriculares, passeios, excursões e reforço pedagógico.
Além do essencial
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Uma das principais estratégias é mapear todos os custos escolares para identificar quais despesas são mensais e quais se concentram em períodos específicos.
Mapear todos os custos
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O investimento envolve expectativas sobre o futuro dos filhos, mas é essencial definir limites para que a educação não comprometa a saúde financeira da família.
Limite para gastos
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Uma estratégia simples é somar todos os gastos do ano e dividir por 12, transformando despesas concentradas em parcelas mensais - o que facilita o controle do orçamento e reduz impactos em meses específicos.
Somar despesas
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Especialistas recomendam que os gastos com educação não ultrapassem cerca de 30% do orçamento familiar. Em uma renda mensal de R$ 10 mil, isso significa até R$ 3 mil para mensalidade, materiais, transporte e extras.
Teto proporcional à renda
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Para encaixar a escola no orçamento, é importante definir a renda líquida da família e listar todas as receitas. A educação deve ser prioridade, mas dentro de um planejamento financeiro equilibrado.
Orçamento e vida escolar
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Também é essencial mapear gastos fixos, como moradia, alimentação e saúde, além de metas de longo prazo, como aposentadoria. A ideia não é gastar o que sobra, mas decidir conscientemente como distribuir a renda.