Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Possível compra da Alelo pelo iFood, avaliada em R$ 5 bi, pode reposicionar empresa no setor de benefícios
Publicado 24/07/2025 • 12:50 | Atualizado há 7 meses
Veja quanto os atletas ganham por medalha nas Olimpíadas de Inverno de 2026
ByteDance promete reforçar proteções do Seedance 2.0 após críticas de Hollywood
BCE amplia acesso global à liquidez em euros e tenta fortalecer moeda
Três sinais de que você e seu parceiro podem ser financeiramente incompatíveis
Conheça a designer de 47 anos que faz vestidos de US$ 8 mil para patinadoras olímpicas
Publicado 24/07/2025 • 12:50 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
O mercado está atento a uma possível negociações do iFood para adquirir a Alelo, empresa do setor de benefícios, em um movimento que pode redesenhar o mercado e reforçar a estratégia de diversificação da foodtech.
Avaliada em cerca de R$ 5 bilhões, a compra, se confirmada, colocaria o iFood em posição de liderança em um setor que movimenta entre R$ 150 e R$ 200 bilhões por ano. “É uma fusão interessante, porque você está mexendo com negócios que têm uma sinergia grande”, comentou o comentarista Rodrigo Loureiro, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Atualmente, o iFood já opera no setor por meio do iFood Benefícios, que fatura R$ 240 milhões ao ano e possui cerca de 600 mil usuários. A Alelo, por sua vez, tem receita de R$ 2,9 bilhões e entre 6 e 7 milhões de usuários. Caso o negócio se concretize, a empresa passaria a disputar diretamente com as líderes VR, Ticket, Pluxo (ex-Sodexo), Caju e Flash. Juntas, essas companhias controlam 80% do mercado.
Além de reforçar sua atuação nos serviços financeiros, que hoje representam 15% da receita da empresa, estimada em R$ 10 bilhões, o iFood busca reduzir sua dependência do delivery. “Se a frente bancária aumentar com a Alelo, o iFood vai depender menos do delivery”, destacou Loureiro. A meta da empresa é equilibrar as receitas entre delivery e serviços bancários até 2030.
Para a investidora e especialista em fusões e aquisições Camila Farani, o movimento reflete uma nova lógica no crescimento de startups. “Cada vez mais os investidores priorizam a geração de caixa, muitas vezes em detrimento de um crescimento acelerado. Por isso, as fusões e aquisições ganham força”, afirmou.
Ela ainda destacou que a união entre empresas com canais semelhantes, como iFood e Alelo, pode ampliar mercados, otimizar operações e impulsionar inovações, mesmo em setores altamente regulados. “Sem dúvida nenhuma, vamos esperar os próximos capítulos para aprender como inovar cada vez mais.”
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Carnaval 2026 recebe R$ 85 milhões em verba federal e vira foco de disputa política
2
Baly registra recorde de vendas com energético ‘sabor Tadala’ no Carnaval; Conselho de Farmácia critica produto
3
Veja quanto os atletas ganham por medalha nas Olimpíadas de Inverno de 2026
4
Brasil estreia ano com emissão de R$ 22,5 bi no exterior; empresas aceleram captações em dólar
5
ByteDance promete reforçar proteções do Seedance 2.0 após críticas de Hollywood