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China sanciona Boeing e outras 19 empresas em resposta a vendas de armas a Taiwan
Publicado 26/12/2025 • 18:00 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 26/12/2025 • 18:00 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash
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A China anunciou nesta sexta-feira (26) sanções contra 20 empresas americanas do setor de defesa e dez indivíduos, em resposta à recente decisão dos Estados Unidos de autorizar US$ 11,1 bilhões em vendas de armas para Taiwan, o maior pacote já aprovado por Washington para a ilha. A medida aumenta as tensões entre as duas maiores economias do mundo.
Entre os alvos estão a Boeing, por meio de sua unidade em St. Louis, além de Northrop Grumman, L3Harris Marine, Missouri, Gibbs & Cox, Advanced Acoustics Concepts, VSE, Sierra Technical, Red Cat, Teal Unmanned Aerial, Reconnaissance Boat, High Point, Epirus, Dedrone, I-Field, Blue Power, Submarine Technologies, Vantop, Interleix, Diamond Force e Lazarus Artificial Intelligence.
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Siga o Times | CNBCSegundo o Ministério das Relações Exteriores da China, as sanções determinam o congelamento de ativos mantidos em território chinês pelas empresas e indivíduos listados e proíbem organizações e pessoas chinesas de manter relações comerciais com eles.
No plano individual, a lista inclui o fundador da Anduril Industries e nove executivos seniores das companhias sancionadas, que também ficam proibidos de entrar na China.
A decisão ocorre poucos dias após o anúncio do governo americano sobre o pacote de armamentos para Taiwan, movimento que provocou reação imediata de Pequim. Em comunicado, um porta-voz do governo chinês reforçou o tom duro.
“A questão de Taiwan é o núcleo dos interesses centrais da China e a primeira linha vermelha que não pode ser cruzada nas relações China–Estados Unidos”, afirmou. Segundo ele, “quaisquer ações provocativas que ultrapassem essa linha serão enfrentadas com uma resposta firme”.
(* Com informações da Reuters)
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