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Países negociam acordos paralelos para reduzir impacto do tarifaço dos EUA
Publicado 26/07/2025 • 07:21 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 26/07/2025 • 07:21 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Com a aproximação da entrada em vigor das novas tarifas dos Estados Unidos sobre produtos importados — que atingirão até 50% de sobretaxa para itens brasileiros a partir de 1º de agosto —, parceiros econômicos de Washington articulam acordos paralelos para mitigar os impactos das medidas. A movimentação envolve países como Brasil, México, China e blocos como a União Europeia, segundo análise apresentada por Marcelo Favalli no Jornal Times Brasil.
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Segundo Favalli, o Brasil e o México devem se reunir em breve para discutir uma maior integração comercial. Em 2024, o Brasil exportou cerca de US$ 8,5 bilhões ao México, importando aproximadamente US$ 5,7 bilhões — uma balança superavitária. Entre os principais produtos comercializados estão veículos de menor sofisticação, soja e caminhões.
A expectativa é que, com a tarifação de 30% sobre os produtos mexicanos nos EUA, parte da produção voltada ao mercado norte-americano seja redirecionada para países como o Brasil. O mesmo pode ocorrer com o aço brasileiro, cuja venda ao México pode ganhar força caso o produto perca competitividade no mercado americano.
No plano global, China e União Europeia também avançam em tratativas. Líderes como Xi Jinping e Ursula von der Leyen se reuniram recentemente para discutir o aprofundamento das relações comerciais. Em 2023, a UE exportou cerca de €500 bilhões para a China e importou €210 bilhões, com destaque para produtos de tecnologia e equipamentos elétricos.
Favalli alerta que os acordos paralelos podem resultar em um redesenho dos fluxos globais de comércio, ao mesmo tempo em que ampliam a incerteza sobre a oferta de bens nos EUA. “Com parceiros se reagrupando, os americanos correm o risco de encarar escassez e preços mais altos”, disse o jornalista.
A depender das decisões de Donald Trump, o cenário pode seguir tensionado nos próximos meses, impactando volumes de exportação, preços e estratégias de abastecimento em escala global.
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