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Dino defende decisão contra Lei Magnistky: ‘não pode aceitar medidas de força’
Publicado 22/08/2025 • 19:08 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 22/08/2025 • 19:08 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Flavio Dino, ministro do STF
Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, comentou nesta sexta-feira (22) que um país “que valoriza sua Constituição não pode aceitar medidas de força que ameacem seus cidadãos e suas empresas”.
Além disso, ele afirmou que as sanções podem começar a ser impostas a empresas do Brasil. “Essas sanções, não só de um país mas de outros, podem se dirigir contra qualquer empresa brasileira, como por exemplo por protecionismo”.
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Sobre as questões envolvendo instituições financeiras no Brasil, Flávio Dino afirmou que “cabe aos outros poderes do Estado” decidir. Ele também enfatizou que a cooperação internacional é “bem-vinda”, desde que baseada no “diálogo e não na imposição”.
Na segunda-feira (18), Dino decidiu que leis e determinações de outros países não têm validação automática no Brasil, devido à soberania nacional.
Porém, na terça-feira (19), Dino publicou um novo despacho em que esclarece que as decisões de tribunais internacionais continuam tendo eficácia imediata no Brasil. O documento foi expedido no âmbito da ADPF 1.178, que trata de atos unilaterais estrangeiros e seus efeitos sobre empresas e cidadãos brasileiros.
Segundo o ministro, é necessário diferenciar “tribunais estrangeiros” de “cortes internacionais”. No despacho, ele ressaltou que apenas decisões de tribunais estrangeiros — vinculados a outros Estados — precisam de homologação ou de instrumentos de cooperação jurídica para produzir efeitos no Brasil. Já as decisões de tribunais internacionais, cuja competência é reconhecida pelo país em tratados incorporados ao direito interno, têm validade automática e caráter vinculante.
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