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De novo: Ibovespa B3 quebra mais um recorde no fechamento; dólar sobe quase 1%
Publicado 24/09/2025 • 18:01 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 24/09/2025 • 18:01 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Divulgação
Ibovespa B3
O Ibovespa B3 encerrou a quarta-feira (24) em leve alta de 0,05%, aos 146.491,75 pontos, e renovou a máxima histórica de fechamento após quebrar recordes na terça-feira (23), quando chegou aos 147 mil pontos.
O movimento ocorre em um dia de ajustes, depois de uma sequência de altas impulsionadas pelo anúncio do encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, e Donald Trump, dos Estados Unidos, durante a Assembleia Geral da ONU.
As ações de destaque no pregão foram da Cosan (CSAN3), com alta de 5,21%, enquanto B3SA3 caiu 1,65% e Raízen (RAIZ4) recuou 5,98%. GOLL54 operou estável.
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A taxa DI para 23/09 se manteve em 14,90%, enquanto o índice DI atingiu 52.257,67 pontos. A volatilidade medida pelo S&P/B3 Ibovespa VIX caiu 3,98%, para 14,46 pontos.
Investidores ainda acompanham o desenrolar político e legislativo. No Congresso, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) avalia a PEC da Blindagem, e o presidente da Câmara, Hugo Motta, agendou para 1º de outubro a votação do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil.
Autoridades brasileiras adotam cautela diante do encontro entre Lula e Trump, que deverá ocorrer na próxima semana, em formato ainda a ser definido.
O dólar à vista fechou a quarta-feira em alta de 0,90%, a R$ 5,327, após abrir em R$ 5,2976 e atingir máxima intradiária de R$ 5,331.
A moeda americana se valorizou contra o real acompanhando o fortalecimento global frente a outras moedas emergentes e a cautela no exterior, depois de declarações recentes do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, alertando para preços de ações “altamente valorizados” e reiterando postura vigilante quanto a cortes de juros.
No Brasil, o real recebeu algum suporte da expectativa em torno da reunião entre Lula e Trump, mas o mercado segue atento a riscos políticos e negociações comerciais, além da agenda legislativa doméstica. A mínima intradia do dólar foi de R$ 5,294.
Na terça-feira, a moeda encerrou em R$ 5,2791, com recuo de 1,11%, menor nível desde junho de 2024. O dólar futuro para outubro fechou em R$ 5,2860, queda de 1,10%.
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