Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
BTG destaca momento favorável da Vibra com margens em alta e cenário regulatório positivo
Publicado 01/10/2025 • 10:23 | Atualizado há 3 meses
Fim de subsídios do Obamacare já deixa milhões sem plano de saúde nos EUA; entenda
Ford amplia linha de SUVs de alto desempenho com modelo ‘mais acessível’
Disputa entre Trump e Fed deve continuar na Suprema Corte
CEO da Delta prevê lucro recorde impulsionado por viagens premium
SK Hynix, líder em chips de memória, vai investir US$ 13 bilhões em nova fábrica em meio à escassez do setor
Publicado 01/10/2025 • 10:23 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Vibra.
Divulgação Vibra.
A Vibra Energia caminha para entregar um terceiro trimestre acima de sua média histórica, com margens mais altas e ganhos de mercado, segundo relatório do BTG Pactual. Os analistas Luiz Carvalho e Gustavo Cunha destacaram no texto que o desempenho recente da companhia, aliado aos ajustes relevantes em sua estrutura financeira e tributária, reforça o potencial de valorização da ação.
O banco reiterou a recomendação de compra e elevou o preço-alvo dos papéis de R$ 25 para R$ 27, apontando otimismo em relação à performance da Vibra. A projeção leva em conta tanto fatores conjunturais — como maiores cotas da Petrobras, fechamento da janela de importação e mercado mais restrito — quanto estruturais, como monetização de créditos de ICMS e amortização de ágio da Comerc.
O relatório observou que a Vibra negocia a um múltiplo ajustado de 9 vezes lucro esperado em 2026, contra 10,9 vezes no cálculo sem ajustes. Isso porque três elementos distorcem a métrica tradicional de preço/lucro: o uso de juros sobre capital próprio como escudo fiscal, a amortização do ágio da Comerc e os créditos acumulados de ICMS.
No caso da Comerc, a aquisição gerou cerca de R$ 2,8 bilhões em ágio. A partir de 2026, o BTG espera a incorporação de uma vantagem fiscal equivalente a R$ 753 milhões em valor presente, o que deve acrescentar aproximadamente R$ 192 milhões anuais aos resultados. Os analistas afirmam que esse efeito ainda não está refletido nas projeções de mercado.
O banco também reforça a importância dos créditos de ICMS acumulados após a mudança trazida pelas Leis Complementares 192 e 194, que alteraram a cobrança do imposto sobre combustíveis. Segundo o relatório, embora parte do benefício já esteja precificado, o ritmo de monetização desses créditos segue como elemento-chave para mensurar o verdadeiro valor econômico da empresa.
O BTG projeta que a Vibra deva reportar um lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) de R$ 164 por metro cúbico no terceiro trimestre, acima da média histórica da empresa.
O cenário favorável é sustentado por maior participação nas cotas da Petrobras, oferta mais restrita de importados e disciplina de preços. Os analistas avaliam que essa combinação deve garantir margens elevadas e ganhos adicionais de participação de mercado.
A expectativa é que o ambiente positivo se mantenha no quarto trimestre, apoiado pela intensificação da fiscalização regulatória, como as iniciativas de combate ao “Carbono Oculto” e à cadeia de carbono, que retiram concorrentes não conformes do mercado. Para o BTG, esse movimento cria um campo mais equilibrado e favorece empresas com maior escala, como a Vibra.
“Vemos a Vibra entrando em um período em que fatores cíclicos e estruturais estão alinhados, sustentando trajetória de lucros mais fortes até o fim do ano e além”, escreveram Carvalho e Cunha.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Flamengo: por que o clube ficou fora da Copinha 2026?
2
Banco Master: demora do FGC nos pagamentos é irregular pela lei? Entenda
3
Cunhado de Vorcaro é preso ao tentar embarcar para Dubai em jatinho
4
Justiça bloqueia R$ 5,7 bilhões em bens ligados a Vorcaro em operação da Polícia Federal
5
Fictor, que tentou comprar Master, atrasa pagamentos a cotistas