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Ouro fecha em alta e se aproxima da marca de US$ 4 mil com incerteza global
Publicado 06/10/2025 • 18:27 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 06/10/2025 • 18:27 | Atualizado há 5 meses
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Ouro
O ouro fechou em alta pelo segundo pregão consecutivo nesta segunda-feira (6), aproximando-se do recorde histórico de US$ 4.000 (cerca de R$ 21,2 mil) por onça-troy. A valorização reflete o aumento das tensões geopolíticas e as incertezas políticas globais, fatores que tradicionalmente fortalecem a demanda pelo metal precioso como ativo de segurança.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), o contrato para entrega em dezembro avançou 1,72%, encerrando o dia cotado a US$ 3.976,30 (R$ 21.159,42) por onça-troy. Durante o pregão, o ouro chegou a tocar US$ 3.994,50 (R$ 21.255,17), o maior nível intradiário já registrado.
De acordo com análise do ING, o movimento reflete o apetite dos investidores por ativos considerados mais seguros diante do agravamento de incertezas políticas e econômicas. A eleição da ultraconservadora Sanae Takaichi como primeira-ministra do Japão, a renúncia de Sébastien Lecornu na França e a paralisação parcial do governo americano criaram um ambiente de cautela nos mercados.
O avanço do ouro ocorreu mesmo com o dólar fortalecido no cenário internacional — um fator que normalmente tende a limitar os ganhos do metal. Analistas afirmam, no entanto, que o ouro segue beneficiado por um contexto de volatilidade política e busca global por proteção, com parte dos investidores antecipando movimentos de desaceleração nas principais economias do mundo.ente compete pela preferência dos investidores em busca de proteção e acaba tornando o ouro mais caro para quem usa outras moedas.
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O rali do ouro deve continuar nas próximas semanas, segundo avaliação do Saxo Bank, à medida que investidores seguem em busca de ativos considerados seguros diante do aumento das tensões geopolíticas.
“Num mundo mais dividido, com sanções e bloqueios de ativos, a confiança em investimentos tradicionais, como o dólar e os títulos do governo americano, acaba sendo abalada”, afirmou o banco em relatório.
Mesmo com o ouro muito próximo dos US$ 4.000 (R$ 21.247,60) por onça-troy, a Phillip Nova pondera que serão necessários novos gatilhos para sustentar o preço nesse patamar de forma consistente. Entre os fatores citados pela corretora estão um avanço na fragmentação global ou mudanças na política monetária do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.
No cenário internacional, as tensões no Oriente Médio e na Europa Oriental continuam ditando o humor dos investidores. Israel reduziu a intensidade dos bombardeios em Gaza, mas mantém operações militares na região enquanto negocia com o Hamas a libertação de reféns.
Já no leste europeu, Rússia e Ucrânia voltaram a trocar ataques durante o fim de semana, reacendendo preocupações com uma possível escalada militar prolongada, o que tende a reforçar a procura por ativos de proteção como o ouro.
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