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Luiz Lara revisita a história para entender o que faz a propaganda brasileira ‘ser tão única’
Publicado 15/10/2025 • 21:44 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 15/10/2025 • 21:44 | Atualizado há 6 meses
Uma noite para celebrar histórias e a própria história da propaganda brasileira. O publicitário Luiz Lara reuniu ícones do setor no lançamento do livro A Alma Brasileira do Negócio, em uma livraria na zona sul de São Paulo.
O evento, que lotou o espaço e atraiu dezenas de profissionais da comunicação, celebrou as trajetórias que ajudaram a consolidar o prestígio internacional da publicidade feita no Brasil. Entre autógrafos e reencontros, o clima era de emoção, nostalgia e reconhecimento.
“Esse livro é uma tentativa de olhar para dentro e entender o que faz a nossa propaganda ser tão única”, disse Luiz Lara, que já presidiu a Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) e o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).
Entre os amigos e colegas que foram prestigiar o autor estava Sérgio Valente, fundador da Soluções Valente e ex-presidente da DM9DDB. Ele lembrou o início da própria carreira, quando, ainda jovem, foi pessoalmente até a recém-inaugurada agência de Lara e se ofereceu para trabalhar de graça por um mês, só para provar que poderia ser útil.
“Era um tempo em que a propaganda se fazia com muita paixão. A gente queria muito, e por isso o Brasil sempre teve tanta força criativa no mundo”, contou Valente.
Já Regina Augusto, diretora executiva do CENP, destacou o lado humano do publicitário.
“O que mais aprendi com o Lara foi a valorização das pessoas, não só pelas habilidades profissionais, mas também pelas competências pessoais. Ele enxerga o potencial humano em cada um, e isso sempre me inspirou”, afirmou.”.
Leia mais:
IA revoluciona o mercado de publicidade; líderes do setor explicam como acontece

Entre os convidados também estava Dalton Pastore, ex-presidente da Abap e antigo concorrente de Lara em inúmeras disputas de contas publicitárias.
“Foi uma relação de rivalidade e admiração ao mesmo tempo. Muita tensão, mas também muita inspiração. Hoje, trinta anos depois, só ficaram os sentimentos bons. É um prazer reconhecer o talento de um concorrente que virou amigo”, disse.
Hugo Rodrigues, sócio da WMcCann, lembrou uma das campanhas mais emblemáticas da carreira de Lara: “Longevidade”, do Banco Real/Santander, que há mais de duas décadas já abordava o tema do etarismo — algo que só recentemente ganhou relevância global.
“Foi uma campanha que valorizou pessoas com mais de 60 anos, mostrando seus hobbies, sua energia, o lado B da vida. Era sobre viver bem e continuar sonhando. Era sobre humanidade”, disse.
As lembranças das campanhas mais marcantes da trajetória de Luiz Lara tomaram conta das conversas. Entre elas, “Pôneis Malditos”, da Nissan, citada por Sérgio Valente, foi lembrada como um marco de irreverência na comunicação automotiva.
“Ela quebrou um paradigma. Mostrou que dá pra falar de carro com humor, leveza e ainda assim ser memorável”, destacou Valente.
Mais do que uma homenagem, a noite mostrou que o legado de Luiz Lara continua vivo — nas ideias, nas pessoas e nas campanhas que ajudaram a definir a alma brasileira da propaganda.
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