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Reservas estratégicas e controle de preços: países se preparam para escassez de combustíveis na guerra, diz especialista
Publicado 03/04/2026 • 23:10 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 03/04/2026 • 23:10 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A escalada do conflito no Oriente Médio voltou a pressionar o mercado global de energia e levou a uma disparada no preço do petróleo, reacendendo preocupações com inflação e abastecimento. Segundo o professor de economia e finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV), Rafael Chaves, em entrevista ao Times Brasil – licenciado exclusivo CNBC, o aumento dos preços está diretamente ligado a um desequilíbrio entre oferta e demanda provocado pela guerra.
“O que estamos vendo é uma disrupção no lado da oferta. Quando há mais gente querendo comprar do que vender, o ajuste acontece via preço”, afirmou.
Esse encarecimento tem efeito imediato sobre a inflação global, já que o petróleo é insumo central para transporte, produção industrial e cadeia logística. Com isso, combustíveis mais caros tendem a contaminar outros preços, como os de alimentos e serviços, ampliando o impacto sobre o custo de vida.
No Brasil, há previsão de edição de uma medida provisória para viabilizar apoio ao setor. Para Chaves, no entanto, intervenções diretas nos preços têm eficácia limitada. “É muito difícil corrigir desequilíbrios de mercado por decreto. O preço já cumpre esse papel ao equilibrar oferta e demanda”, disse.
Apesar da pressão, o risco de desabastecimento generalizado no Brasil é considerado baixo, uma vez que cerca de 70% do diesel consumido no país é produzido internamente. Ainda assim, há registros pontuais de escassez, principalmente em regiões mais dependentes de importações, onde os custos já refletem o chamado “preço de guerra”.
O cenário também reforça o debate sobre alternativas energéticas. Para o professor, a diversificação da matriz — com biocombustíveis, motores flex e eletrificação — pode reduzir a vulnerabilidade a choques externos. “Quando diferentes fontes convivem, o sistema se torna mais resiliente”, afirmou.
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