Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Metanol: sete em cada dez brasileiros têm medo de consumir bebida adulterada
Publicado 07/11/2025 • 11:25 | Atualizado há 5 meses
Com guerra no Irã, startups de defesa europeias aumentam contratos e reforçam presença no Oriente Médio
Ouro caminha para pior mês desde 2008 enquanto guerra com o Irã entra na quinta semana
Atividade industrial da China volta a crescer em março e atinge maior nível em um ano
Escalada em guerra com o Irã pressiona petróleo e amplia envolvimento dos EUA no conflito
CEOs citam avanço da IA como fator para deixar cargos nos EUA
Publicado 07/11/2025 • 11:25 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Gadini/Pixabay
Drinks sem álcool ganham protagonismo nas festas
Sete em cada dez brasileiros estão preocupados com o risco de consumir bebida alcoólica adulterada com metanol, mostra uma pesquisa da Ipsos-Ipec realizada entre os dias 24 e 28 de outubro de 2025. O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 132 municípios e revelou que 67% da população teme que eles próprios, familiares ou amigos sejam vítimas de bebidas falsificadas.
O receio é generalizado e aparece de forma semelhante entre todas as faixas de renda, escolaridade e idade.
“A pesquisa revela um amplo conhecimento sobre os casos de intoxicação, mas há um descompasso entre a preocupação e a prática de verificação da procedência dos produtos”, afirma Márcia Cavallari, diretora da Ipsos-Ipec.
Entre os brasileiros que afirmam consumir bebidas alcoólicas — 43% dos entrevistados —, mais da metade (53%) raramente ou nunca checa a procedência do produto. Isso inclui a verificação de selo, rótulo, registro, lacre ou origem da bebida.
Apenas 34% dizem verificar sempre ou na maioria das vezes, e 12% fazem isso apenas ocasionalmente. A Ipsos-Ipec aponta que esse comportamento aumenta o risco de exposição a bebidas adulteradas.
O estudo indica que 94% dos brasileiros já ouviram falar sobre casos de intoxicação por metanol. As principais fontes de informação são a mídia tradicional (72%) e as redes sociais (52%), que têm maior alcance entre jovens de até 34 anos.
Entre os consumidores que ficaram sabendo dos casos, 54% adotaram medidas de precaução, como parar de consumir destilados e optar por cerveja (17%) ou suspender totalmente o consumo de álcool (14%). Outros 44% afirmaram não ter mudado o comportamento.
A pesquisa mostra que metade da população não sabe a quem recorrer para denunciar suspeitas de adulteração. Entre os que souberam responder, 22% mencionaram a Polícia e 14% a Vigilância Sanitária.
Quando questionados sobre quem deve evitar que bebidas adulteradas cheguem ao mercado, os brasileiros dividiram a responsabilidade entre órgãos fiscalizadores (41%), indústria de bebidas (40%) e distribuidoras (39%).
Em relação às fontes mais confiáveis de informação sobre consumo seguro, o destaque vai para agentes de segurança, órgãos de saúde e o Ministério da Saúde (13%), seguidos por fabricantes de bebidas (11%).
“Existe espaço para campanhas de orientação prática e reforço da fiscalização ao longo da cadeia, com medidas que ajudem a garantir o consumo seguro”, destaca Cavallari.

🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Mais lidas
1
Tesouro Reserva: quem pode investir no novo título atrelado à Selic?
2
OpenClaw: tudo o que você precisa saber mas tinha vergonha de perguntar (parte 1)
3
Como é a mansão de 96 cômodos de Anita Harley, herdeira da Pernambucanas que está em coma há anos
4
Nove alvos, R$ 845 milhões e documentos falsos na mira de operação contra golpe em herança da Unip
5
Club Times | CNBC Parlatório estreia com evento concorrido e conteúdo estratégico para o País