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Expectativa de corte de juros tem forte impacto no preço do ouro; entenda
Publicado 12/11/2025 • 16:39 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 12/11/2025 • 16:39 | Atualizado há 3 meses
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Ouro
O ouro fechou em alta de 2% nesta quarta-feira (12), sustentado pela esperança de cortes de juros nos Estados Unidos e pela expectativa de reabertura do governo norte-americano, após o Congresso avançar com o projeto orçamentário que pode encerrar a paralisação mais longa da história.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), o contrato de ouro para dezembro fechou em alta de 2,36%, a US$ 4.213,6 por onça-troy (cerca de R$ 22.201,67, na cotação atual), após renovar o maior nível desde 21 de outubro durante a sessão.
A recuperação do acesso aos dados oficiais, interrompidos durante o shutdown, deve “trazer mais clareza para as decisões futuras de política monetária”, avaliou Soojin Kim, do MUFG. O enfraquecimento do mercado de trabalho também reforçou as apostas em juros mais baixos, favorecendo o metal, que não oferece rendimento.
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“Os investidores acreditam que os dados mostrarão números econômicos mais fracos, o que levaria o Federal Reserve (Fed) a cortar as taxas de juros em dezembro”, afirmou Jim Wyckoff, analista sênior da Kitco Metals.
O metal acumula valorização de cerca de 56% em 2025, apoiado em compras de bancos centrais e na busca por proteção diante das incertezas globais. Ainda assim, analistas destacam que o movimento recente não decorre de fuga do dólar.
“O rali dos metais preciosos não é uma saída do dólar, mas um sintoma de políticas fiscais profundamente desequilibradas, especialmente na zona do euro”, avaliou Robin Brooks, ex-economista-chefe do IIF.
Em análise, Brooks também contestou a tese de que bancos centrais emergentes estariam liderando a alta do ouro. Segundo ele, “não há sinais de uma corrida ao ouro”, e as compras seguem concentradas em poucos países, como Polônia e Índia, enquanto outros emergentes estão vendendo reservas.
O avanço dos preços, disse, reflete sobretudo o interesse de investidores privados, típico de “bolhas anteriores”.
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