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Aliados falam em ‘surto’ e afirmam que Bolsonaro acreditou estar ouvindo vozes na tornozeleira
Publicado 23/11/2025 • 08:37 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 23/11/2025 • 08:37 | Atualizado há 2 meses
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Seap / Divulgação
Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam que ele estava em “surto” quando usou um ferro de solda para tentar romper a tornozeleira eletrônica. Pessoas próximas à família dizem que Bolsonaro acreditava estar ouvindo vozes vindas do aparelho.
A versão ganhou força após o vídeo em que o ex-presidente admite ter “metido ferro” na tornozeleira vir à tona. Antes disso, alguns aliados negaram publicamente a violação, citada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre Moraes para decretar a prisão do ex-presidente.
À Folha de S.Paulo , Renato Bolsonaro (PL), irmão do ex-presidente, havia dito que não passava de “história da Chapeuzinho Vermelho”. Já o lder do PL na Câmara, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou ao Estadão que o episódio mostra como o estado emocional de Bolsonaro está “totalmente alterado”.
Aliados afirmam, porém, que Bolsonaro sofreu um surto, mas não planejava fugir. Dizem que, se essa fosse a intenção, ele teria removido a tornozeleira na hora de sair, e não 24 horas antes. “Se você estivesse com uma tornozeleira eletrônica e quisesse fugir em meio a uma vigília, mexeria no computador de monitoramento do equipamento 24 horqs antes do evento ou cortaria rapidamente o aro segundos antes da fuga, com tudo pronto para zarpar?”, questionou o deputado estadual Lucas Bove (PL), aliado de Bolsonaro, pelas redes sociais.
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Questionado sobre as imagens do relatório da Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal enviado ao STF, sobre o objeto danificado, o advogado Paulo Bueno, representante de Bolsonaro, disse somente que a tornozeleira foi colocada para “causar humilhação” ao ex-presidente. O relatório da Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal apontou que o equipamento possuía queimaduras em toda sua circunferência. O documento diz que uma violação na tornozeleira foi detectada às 00h07 de sábado (22/11).
O sistema de monitoramento da tornozeleira acionou imediatamente a equipe de policiais penais que faziam a escolta da residência do ex-presidente. “Meti ferro quente aí. Curiosidade. (…) Ferro de solda”, disse Bolsonaro a uma policial. O ex-presidente afirmou ainda que não tentou romper a pulseira. “Não rompi a pulseira, não. Está tranquilo aí.”
O equipamento de monitoramento eletrônico do ex-presidente foi configurado para notificar as autoridades em caso de aproximação das representações diplomáticas situadas na Asa Sul. O ministro Alexandre de Moraes proibiu a aproximação do local e conversas com embaixadores em decisão de julho, alegando risco de fuga do investigado.
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