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Geraldo Alckmin: ‘não há justificativa para essas tarifas’
Publicado 25/11/2025 • 10:36 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/11/2025 • 10:36 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O vice-presidente Geraldo Alckmin participou de um encontro entre empresários e autoridades para discutir os impactos da decisão dos Estados Unidos de reduzir parcialmente as sobretaxas de 40% sobre produtos brasileiros (25).
Alckmin destacou que, apesar da queda nas exportações brasileiras para os EUA, as vendas americanas para o Brasil cresceram 11% este ano, reforçando a necessidade de revisão das tarifas. Além disso, o vice-presidente abordou temas não tarifários, como o CBI e a aplicação de biocombustíveis americanos, apontando avanços nas negociações.
“O G20 tem superávit — Reino Unido, Austrália e Brasil — e isso está crescendo. (…) Então, não há justificativa para essas tarifas”, apontou o vice.
Ele também afirmou que o Brasil mantém diálogo sobre a questão tarifária, mas também sobre questões não tarifárias, que são igualmente importantes. Segundo Alckmin, existem outros temas não tarifários que estão sendo tratados, mas que têm a mesma relevância.
Alimi ainda reforçou a ideia de cooperação entre EUA-Brasil e o trabalho da Anshan e a importância do fortalecimento do diálogo e dos investimentos recíprocos. Atualmente, mais de 100 mil trabalhadores estão empregados em empresas brasileiras nos Estados Unidos, e há mais de 4 mil empresas americanas no Brasil. O objetivo é aumentar ainda mais esse número de investimentos bilaterais, o que trará crescimento para a economia de ambos os países.
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O governo tem adotado diversas medidas para aumentar a soberania do Brasil. Entre as ações, foi liberado um crédito de 40 bilhões de reais para empresas, com juros mais baixos e um fundo garantidor destinado àquelas que sofreram perdas com a exportação para os Estados Unidos. Além disso, o prazo para o recolhimento de tributos foi prorrogado até dezembro e a prorrogação do Drawback foi estendida por mais um ano, permitindo que empresas que perderam exportações para os EUA possam direcionar seus produtos a outros mercados.
Em relação às exportações, o vice-presidente Geraldo Alckmin destacou a relevância do Reintegra, que oferece crédito de 3,1% do valor exportado para as empresas afetadas pelas perdas para os Estados Unidos. Para micro e pequenas empresas, o crédito é de 6,1%. “O Reintegra é uma medida de transição, e, quando a reforma tributária for consolidada, o acúmulo de crédito será encerrado”, explicou Alckmin. Ele também afirmou que, enquanto a reforma não for implementada, essa transição continuará em vigor.
O governo ainda ampliou o acesso ao crédito, reduzindo o limite mínimo de perda de faturamento para 1%, o que facilita o acesso ao crédito para mais empresas, incluindo fornecedores.
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