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Seis anos após acidente, Robinson Shiba usa IA para fazer palestra
Publicado 30/11/2025 • 21:14 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 30/11/2025 • 21:14 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Foto: reprodução/Instagram
Robinson Shiba, empresário que fundou a franquia China In Box e foi um dos investidores das primeiras temporadas do programa Shark Tank Brasil, voltou a dar uma palestra na última sexta-feira (29).
Em 2019, ele sofreu um acidente de moto que deixou sequelas motoras e na fala. Por causa do incidente, Shiba passou seis anos afastado da mídia e de grandes interações com o público.
Na apresentação, Shiba se comunicou por meio de um aparato tecnológico que gera o que escreve simulando sua voz via inteligência artificial. “Poder estar de volta e aqui falando é de longe uma das melhores sensações da minha vida”, afirmou durante o Congresso Brasileiro de Fonoaudiologia.
“Obrigado a toda a equipe que está ao meu lado, família e amigos. Ubuntu é uma filosofia que levo para a minha vida e, depois do acidente, passou a fazer mais sentido ainda. Eu sou o que nós somos. Que a gente possa seguir fazendo a diferença na vida das pessoas e deixando elas fazerem nas nossas. Agradeço a todos vocês que permitiram esse momento. Espero ter servido de inspiração. Acreditem em vocês”, comentou, em outro momento no evento compartilhado em seus stories de Instagram.
Robinson Shiba também anunciou que fará uma participação no próximo episódio do Shark Tank Brasil, que deve ir ao ar no YouTube na próxima segunda-feira, 1º. Ele fez parte do elenco fixo de investidores nas quatro primeiros temporadas do programa, entre 2016 e 2019.
Robinson Shiba enfrentou problemas de saúde, incluindo uma parada cardíaca, desde que sofreu um acidente de moto em 18 de fevereiro de 2019. Durante dois anos e três meses, ‘sumiu’ de suas redes sociais. Retornou em postagens esporádicas a partir de 2021, quando mostrou parte de seu progresso.
Em entrevista ao Uol em setembro de 2021, Marcia Shiba, sua mulher, relatou que ele chegou a ficar em coma induzido durante a internação de três meses no hospital. Em seguida, passou cerca de um ano e meio em uma clínica de reabilitação antes que pudesse voltar para casa. Segundo ela, o marido “compreende quando as pessoas conversam com ele e sua memória não foi afetada”. A comunicação, porém, vinha limitada a alguns sons, olhares e movimentos de apontar.
“O longo período de traqueostomia e a falta da fala prejudicaram a ingestão de alimentos. Mas ele pode se comunicar por meio de sons. Ele também não tem nenhum sentido bloqueado. Pode mexer qualquer parte do corpo, mas o acidente proporcionou um traumatismo cranioencefálico muito grave no lado esquerdo, o que comprometeu boa parte de sua coordenação motora”, afirmou.
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