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Operação Sem Desconto: como funcionava o golpe dos “descontos associativos”?
Publicado 18/12/2025 • 11:47 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 18/12/2025 • 11:47 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Foto: GOV BR
Como funcionava o golpe dos descontos associativos
Uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um megaesquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias, entrou em ação nesta quinta-feira (18), comandada pela Polícia Federal em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU).
A investigação busca apurar a inserção de dados falsos em sistemas oficiais, além de cumprir mandados de busca e prisão preventiva. A ação da PF já resultou no cumprimento 16 mandados de prisão em diversos estados do país, incluindo, São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas gerais, Maranhão e Distrito Federal.
Leia também: PF prende filho do “Careca do INSS” em investigação sobre fraudes bilionárias
Conforme apuração da Polícia Federal, as investigações apontam que um grupo criminoso inseria descontos mensais não autorizados nos benefícios dos aposentados. Os investigados agora respondem por, ao menos, quatro crimes:
Segundo o Governo Federal, os valores descontados serão ressarcidos aos beneficiários em parcela única. O prazo para que os segurados possam contestar os descontos e solicitar reembolso, foi prorrogado até 14 de fevereiro de 2026.
Leia também: Quem são os alvos da nova fase da Operação Sem Desconto?
Entre os investigados pela Operação Sem Desconto, o senador Weverton Rocha (PDT-MA), teve seu mandado de busca realizado. Adroaldo Portal, secretário executivo do Ministério da Previdência, foi afastado do cargo e colocado em prisão domiciliar, além de Éric Fidelis e Romeu Carvalho Antunes, que também foram presos. O ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, foi preso em novembro.
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