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CPMI do Banco Master reúne assinaturas; expectativa agora é por decisão de Alcolumbre
Publicado 07/01/2026 • 17:10 | Atualizado há 2 dias
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Publicado 07/01/2026 • 17:10 | Atualizado há 2 dias
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Agência Brasil
Davi Alcolumbre
O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) afirmou ter reunido o número necessário de assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a apurar possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master.
O requerimento, no entanto, ainda depende de análise do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o que só deve ocorrer com a retomada dos trabalhos do Congresso Nacional, em fevereiro.
Nos bastidores, porém, não há garantia de que Alcolumbre levará o pedido adiante, mesmo com o apoio formal necessário. Parlamentares ouvidos pela reportagem avaliam que o presidente do Senado pode lançar mão de expedientes regimentais e articulações políticas para postergar ou evitar os trabalhos da Comissão.
Outra possibilidade seria o argumento de que a comissão não teria competência para investigar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Esse entendimento poderia ser usado para barrar o avanço da iniciativa.
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Segundo a jornalista Malu Gaspar, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ao menos quatro vezes para tratar de questões relacionadas ao Banco Master.
A jornalista afirma, ainda, que o escritório de advocacia da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, fechou um contrato de prestação de serviços com a instituição, no valor de R$ 3,6 milhões mensais, pelo período de três anos, desde janeiro de 2024 — totalizando R$ 129,6 milhões.
Após a publicação das informações, Alexandre de Moraes divulgou notas em que rebateu as acusações. O ministro afirmou que recebeu Galípolo em reuniões motivadas pela aplicação da Lei Magnitsky e que, em todos os encontros, foram discutidos exclusivamente temas relacionados às consequências disso.
Para ampliar a pressão política pela abertura da investigação, Jordy afirma que está trabalhando para buscar o maior número possível de adesões. O deputado disse ter reunido, até a publicação deste texto, 238 assinaturas — entre deputados e senadores. Pela Constituição, a instalação de uma CPMI é obrigatória com o apoio de, no mínimo, 171 deputados e 27 senadores.
Por se tratar de um ano atípico, com a aproximação das eleições, o parlamentar defende que a comissão seja instalada já no início do ano. Caso contrário, outras pautas tendem a atropelar a agenda do Congresso Nacional.
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