Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
‘O Agente Secreto’ usou Lei Rouanet? Saiba como o filme foi financiado
Publicado 12/01/2026 • 15:44 | Atualizado há 1 minuto
Meta nomeia aliada de Trump, Dina Powell McCormick, como presidente e VP do conselho
Ouro atinge novo recorde com tensões globais e incerteza no Fed
Trump ameaça excluir Exxon do petróleo da Venezuela; ‘Estão sendo espertinhos demais’
Bancos americanos registram queda após Trump pedir limite nas taxas de juros de cartões de crédito
Entrevistas de emprego: a pergunta sobre IA que todo candidato precisa saber responder
Publicado 12/01/2026 • 15:44 | Atualizado há 1 minuto
KEY POINTS
O filme ‘O Agente Secreto‘, de Kleber Mendonça Filho, foi campeão da categoria “Melhor Filme de Língua Não-Inglesa” da 83ª edição anual do Globo de Ouro. Ainda na noite do último domingo (11), Wagner Moura, que protagonizou a obra, tornou-se também o primeiro ator do Brasil a ganhar o prêmio de “Melhor Ator em um filme de Drama” da premiação.
Em geral, a obra brasileira é um grande sucesso. Produzido com um orçamento de R$ 27 milhões, o longa já acumula R$ 25,6 milhões em bilheteria, 1,1 milhão de espectadores em dois meses de exibição no Brasil, além de mais de 36 prêmios em premiações ao redor do mundo.
Na verdade, foi a primeira vez que o Brasil saiu do Globo de Ouro com dois títulos – além de ser a primeira vitória após 27 anos, quando Central do Brasil ganhou a mesma estatueta, em 1999.
Mas, afinal, de onde veio o financiamento para o filme conseguir esse sucesso todo?
Leia mais: ‘O Agente Secreto’ é desclassificado do WGA Awards; veja o motivo
Quando uma produção brasileira faz sucesso, o imaginário popular rapidamente se lembra da Lei Rouanet. E faz sentido, a Lei nº 8.313/1991 existe para incentivar a produção cultural brasileira. Dentro disso, embora ela seja conhecida principalmente pelo incentivo fiscal, sua atuação principal é por meio do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).
Pelo Pronac, três mecanismos ajudam a fomentar a cultura brasileira: incentivo a projetos culturais; o Fundo Nacional da Cultura (FNC); e os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart), conforme o site do governo federal.
No entanto, no caso de ‘O Agente Secreto’, a Lei Rouanet não foi utilizada. O financiamento veio por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), criado pela Lei Federal nº 11.437, de 2006, e administrado pela Ancine.
O que acontece é que a Lei Rouanet não financia produções audiovisuais no formato de longa-metragem, que é o caso da obra da Kleber Mendonça Filho. Restrita à curta e média metragem, foi necessário recorrer a outros recursos.
A Lei Rouanet estabelece que as doações ou os patrocínios destinados à produção cultural devem se enquadrar exclusivamente nos seguintes segmentos:
Sendo assim, o filme conseguiu R$ 7,5 milhões pelo FSA, em um edital “Produção Cinema Vias Distribuidora 2023“. O restante da produção ficou por conta de investimentos privados e parcerias na Alemanha, França e Holanda, segundo divulgado pelo governo federal.
Dessa forma, a FSA garantiu R$ 7.500.000,00 para a produção e mais R$ 750.000,00 para a distribuidora Vitrine Filmes comercializar “O Agente Secreto“.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Flamengo: por que o clube ficou fora da Copinha 2026?
2
Mattel lança Barbie autista e amplia aposta em diversidade na indústria global de brinquedos
3
Labubu lidera ranking do Google com produtos mais desejados do ano; veja top 50
4
Candidato ao Globo de Ouro, ‘O Agente Secreto’ supera R$ 25 milhões em bilheteria no Brasil
5
‘O Agente Secreto’ usou Lei Rouanet? Saiba como o filme foi financiado