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Top 15: os programas de TV mais caros da história e quanto custaram
Publicado 13/01/2026 • 08:00 | Atualizado há 8 horas
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Publicado 13/01/2026 • 08:00 | Atualizado há 8 horas
KEY POINTS
Foto: reprodução Netflix
Top 15: os programas de TV mais caros da história e quanto custaram
Ao longo das últimas duas décadas, especialmente entre os anos 2000 e 2025, a TV deixou de ser uma alternativa de menor custo ao cinema e passou a disputar orçamento, escala e ambição com as grandes produções de Hollywood.
Impulsionadas pelo avanço do streaming, pela disputa global por audiência e pela busca de prestígio, emissoras tradicionais e plataformas digitais passaram a investir cifras inéditas em séries.
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O resultado é um grupo seleto de produções que somam centenas de milhões de dólares em custos e redefiniram o patamar financeiro da TV, segundo informações do Slash Film.
A série mais cara da história da televisão nasceu com ambição declarada. Desde o acordo inicial, a Amazon deixou claro que pretendia investir cerca de US$ 1 bilhão para levar o universo de Tolkien à TV.
A primeira temporada consumiu mais de US$ 700 milhões, somando direitos autorais, cenários monumentais, efeitos visuais extensivos e filmagens internacionais.
Com a segunda temporada, o projeto da Prime Video, ultrapassou a marca simbólica de US$ 1 bilhão, consolidando-se como o maior investimento já feito em uma produção seriada.
A reconstituição minuciosa do reinado de Elizabeth II transformou “The Crown” em um projeto de altíssimo custo.
Ao longo de seis temporadas, a Netflix investiu em figurinos históricos, cenários luxuosos, efeitos visuais discretos e um elenco de primeira linha.
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O custo médio superou US$ 130 milhões por temporada, fazendo da série um dos maiores investimentos da Netflix em dramaturgia.
A adaptação da saga de George R.R. Martin começou com um orçamento relativamente controlado, mas cresceu exponencialmente conforme dragões, batalhas e cenários ganharam escala.
Nas temporadas finais, cada episódio custava entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões. Ao fim de oito temporadas, a HBO havia investido mais de US$ 700 milhões, valor que ajudou a redefinir o padrão da TV de fantasia.
Mesmo sem grandes batalhas espaciais ou personagens icônicos com sabres de luz, “Andor” se tornou a série mais cara já produzida no universo Star Wars.
Com duas temporadas de 12 episódios cada, o orçamento de US$ 645 milhões, da Disney, se explica pelo cuidado extremo com cenários físicos, design de produção detalhado e filmagens extensas, aproximando a série de um padrão cinematográfico.
O fenômeno da Netflix cresceu com seu elenco e sua complexidade técnica. Se a primeira temporada custava cerca de US$ 7 milhões por episódio, a quarta chegou a US$ 30 milhões cada.
Com cinco temporadas, efeitos especiais sofisticados e salários elevados para atores que se tornaram estrelas globais, o custo total já ultrapassa mais de US$ 500 milhões.
Mesmo sem grandes efeitos visuais, “Os Sopranos” figura entre as produções mais caras da história. O aumento progressivo dos salários, especialmente o de James Gandolfini, elevou significativamente os custos.
Ao longo de seis temporadas, a série da HBO consumiu cerca de US$ 456 milhões, investimento que ajudou a estabelecer a HBO como referência em dramaturgia de prestígio.
Produzida pelos irmãos Russo, a série de espionagem se tornou um dos maiores riscos financeiros da Amazon.
A primeira temporada, com apenas seis episódios, custou cerca de US$ 310 milhões, em parte devido a refilmagens extensas, mudanças criativas e problemas de bastidores. Com spin-offs internacionais, o custo total da franquia se aproxima de US$ 500 milhões.
A adaptação da saga de fantasia ganhou orçamento elevado desde o início, impulsionado por efeitos visuais, cenas de ação complexas e locações variadas.
Até a terceira temporada, a Netflix já havia investido quase US$ 300 milhões, sem contar produções derivadas. A troca do protagonista também gerou custos adicionais e desafios de produção.
A minissérie de guerra produzida por Steven Spielberg e Tom Hanks levou para a TV recriações detalhadas de batalhas da Segunda Guerra Mundial.
Filmagens complexas, efeitos especiais realistas e um elenco numeroso fizeram de “The Pacific” a minissérie mais cara de sua época, totalizando US$ 288 milhões.
Maior investimento da história da BBC, a adaptação da obra de Philip Pullman exigiu efeitos visuais intensos para dar vida aos daemons, além de cenários elaborados e um elenco internacional.
A parceria com a HBO ajudou a viabilizar um orçamento que superou US$ 280 milhões ao longo de três temporadas.
Criada pelas irmãs Wachowski, a série foi filmada em diversos países, o que elevou drasticamente os custos. Com episódios chegando a US$ 9 milhões na segunda temporada, o investimento total da Netflix, alcançou aproximadamente US$ 270 milhões, valor considerado alto demais para a audiência obtida.
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Primeira série do MCU no streaming, “WandaVision” apostou em múltiplos estilos visuais, homenageando décadas da história da TV.
O cuidado com cenários, figurinos e efeitos fez o orçamento chegar a cerca de US$ 25 milhões por episódio, totalizando aproximadamente US$ 260 milhões.
Mesmo sendo animada, “Arcane” se tornou a série de animação mais cara já produzida. A técnica híbrida e o longo tempo de produção elevaram os custos das duas temporadas para cerca de US$ 250 milhões, um investimento alto da Netflix, para apenas 18 episódios.
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Ambientada em um mundo pós-apocalíptico, a série estrelada por Jason Momoa exigiu cenários naturais, coreografias complexas e produção de grande escala.
Estima-se que o custo total de investimento da Apple TV+, das três temporadas tenha chegado a cerca de US$ 360 milhões.
Com efeitos visuais frequentes, cenas de ação explícitas e elenco valorizado, “The Boys” manteve um orçamento elevado desde a estreia.
Ao longo de quatro temporadas e produções derivadas, o investimento já ultrapassa US$ 350 milhões e deve crescer com o encerramento da série.
Os números mostram que a televisão entrou definitivamente em um território antes reservado apenas aos grandes estúdios de cinema.
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Entre apostas criativas, riscos financeiros e disputas por audiência global, essas 15 produções ilustram como o custo deixou de ser exceção e passou a ser parte central da estratégia da TV e das plataformas.
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