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Telescópio Hubble se aproxima do fim e pode reentrar na atmosfera da Terra, alerta NASA
Publicado 14/01/2026 • 08:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 14/01/2026 • 08:30 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
NASA
Hubble Space Telescope
Após mais de trinta anos em operação, o Telescópio Espacial Hubble deve reentrar de forma descontrolada na atmosfera da Terra por volta de 2033, com a possibilidade de que parte de seus destroços chegue ao solo, segundo um estudo publicado pela NASA.
O relatório avalia que o risco à população é baixo, mas supera os limites de segurança adotados pela própria agência. A probabilidade global média de mortes causadas por fragmentos do telescópio é estimada em 1 em 330, nível considerado “significativamente maior” do que o padrão aceito pela NASA, que prevê risco inferior a 1 em 10 mil.
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O cenário mais provável aponta para a reentrada do Hubble em 2033, com destroços espalhados ao longo de uma faixa entre 350 e 800 quilômetros. Em uma hipótese mais pessimista, a queda poderia ocorrer já em 2029.
A análise indica que o risco varia conforme a região. Em áreas remotas do Pacífico Sul, a probabilidade de vítimas fatais cai para 1 em 31 mil. Já em regiões densamente povoadas, como Macau, Hong Kong ou Singapura, o modelo projeta entre uma e quatro mortes em um cenário extremo.
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Apesar dos alertas, os autores não recomendam, neste momento, uma missão para desviar ou desativar o telescópio. A principal orientação é aprimorar as previsões, com novos cálculos que considerem a atividade solar, que influencia o arrasto atmosférico, e projeções atualizadas de densidade populacional para a década de 2030.
Lançado em 1990, o Hubble se tornou um dos instrumentos científicos mais relevantes da história recente. Entre suas contribuições estão a confirmação de que a expansão do universo está se acelerando, evidências da existência da energia escura e a estimativa mais precisa da idade do cosmos, hoje calculada em cerca de 13,8 bilhões de anos. Sua longevidade foi garantida por sucessivas missões de manutenção realizadas por ônibus espaciais, que também ajudaram a elevar sua órbita.
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Com o fim do programa dos ônibus espaciais, no entanto, a NASA perdeu a capacidade de realizar novas intervenções ou uma desativação controlada do telescópio. Desde então, o Hubble sofre com o arrasto atmosférico, que reduz gradualmente sua altitude e torna a reentrada inevitável.
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