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5 medidas já tomadas por Trump para dificultar vistos aos Estados Unidos
Publicado 14/01/2026 • 16:36 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 14/01/2026 • 16:36 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: Reuters
5 medidas já tomadas por Trump para dificultar vistos aos EUA
Em novembro de 2025, o Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) anunciou, em Washington, um novo conjunto de diretrizes de segurança que ampliou o rigor na análise de pedidos de vistos imigratórios, após um ataque a tiros contra dois integrantes da Guarda Nacional cometido por um cidadão afegão.
A decisão foi tomada como resposta direta ao episódio e fez parte de uma estratégia do governo Donald Trump para endurecer o controle de vistos e entradas no país, sob o argumento de proteção à segurança nacional, segundo divulgado pela USCIS.
Leia também: O que está por trás do congelamento de vistos dos EUA para o Brasil?
O anúncio ocorreu um dia depois do atentado registrado na capital americana, que reacendeu o debate sobre falhas nos mecanismos de triagem de estrangeiros.
O autor do ataque era cidadão do Afeganistão, país que já estava no centro das políticas restritivas adotadas pelo governo Trump desde o início de seu mandato.
Diante do episódio, o USCIS passou a autorizar seus agentes a considerar fatores negativos específicos de cada país na avaliação de pedidos migratórios.
A medida atingiu diretamente cidadãos de 19 países classificados como de alto risco pelas autoridades americanas. As novas diretrizes permitiram que elementos como a:
Fossem usados como critérios relevantes na análise de vistos, autorizações de residência e outros benefícios migratórios.
Na prática, isso ampliou o poder discricionário dos agentes do USCIS, que passaram a avaliar não apenas o histórico individual do solicitante, mas também o contexto institucional e de segurança de seu país de origem.
Leia também: O que muda para quem já tem visto válido, após EUA congelarem concessão de vistos do Brasil?
1. Suspensão do reassentamento de refugiados do Afeganistão, interrompendo programas humanitários considerados de risco elevado.
2. Restrição à entrada de cidadãos afegãos, especialmente no primeiro ano do mandato, com aumento de exigências documentais.
3. Ampliação da triagem de segurança, permitindo que fatores ligados ao país de origem pesassem negativamente nas decisões.
4. Fortalecimento da Proclamação Presidencial 10949, usada como base legal para barrar estrangeiros considerados ameaças.
5. Aplicação imediata das novas regras a processos pendentes, evitando exceções ou períodos de adaptação.
Ao justificar a mudança, o diretor do USCIS, Joseph Edlow, afirmou que a prioridade da agência era garantir investigações rigorosas antes da entrada de estrangeiros no país.
Segundo ele, políticas adotadas nos anos anteriores teriam enfraquecido os padrões de triagem ao priorizar o reassentamento rápido de pessoas vindas de regiões consideradas sensíveis.
O discurso reforçou a linha adotada pelo governo Trump, que defendia a segurança interna como eixo central de sua política migratória e apresentava as restrições como necessárias para proteger a população americana.
A diretriz de novembro de 2025 não foi um ato isolado. Ela se somou a outras ações já tomadas pelo governo Trump para dificultar o acesso aos Estados Unidos, como a suspensão do reassentamento de refugiados afegãos e o bloqueio temporário da entrada de cidadãos daquele país durante o primeiro ano de mandato.
Leia também: Nova restrição de Trump sobre vistos pode afetar empresas a partir de 2026
As novas regras também fortaleceram a aplicação da Proclamação Presidencial 10949, que restringiu a entrada de estrangeiros com base em critérios de segurança nacional e ordem pública.
A suspensão do processamento de vistos se inseriu em mais um movimento do governo americano para endurecer as regras migratórias, atingindo cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil.
Segundo informações da Fox News, a partir de 21 de janeiro de 2026, a medida passou a valer por tempo indeterminado, sendo justificada como necessária para reforçar a aplicação da legislação que impede a concessão de vistos a estrangeiros considerados com potencial de se tornar um encargo público.
Leia também: EUA suspendem processamento de vistos: Brasil está na lista
Segundo um memorando interno do Departamento de Estado, funcionários consulares foram orientados a recusar pedidos de vistos com base nas normas já existentes enquanto o governo realizava uma revisão dos procedimentos de triagem, verificação e segurança, sem prazo definido para a conclusão desse processo.
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