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Bolsas europeias recuam com tensões geopolíticas e expectativa por Davos; defesa lidera quedas
Publicado 20/01/2026 • 10:05 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/01/2026 • 10:05 | Atualizado há 2 meses
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Pixabay
As bolsas europeias operam em queda, estendendo as perdas da segunda-feira (19), após o presidente dos EUA, Donald Trump, reiterar sua posição de que a Groenlândia é fundamental para a segurança dos EUA e do Ártico. Na madrugada desta terça-feira, Trump disse que concordou em participar de uma reunião com líderes europeus em Davos, na Suíça.
Por volta das 7h30 (de Brasília) desta terça-feira (20), o índice pan-europeu Stoxx 600 cedia 1,29%, a 599,26 pontos. A Bolsa de Londres marcava baixa de 1,13%, a de Paris cedia 1,17% e a de Frankfurt perdia 1,35%. O mercado de Milão tinha queda de 1,27% e o de Lisboa, por sua vez, marcava perda de 1,34%. Madri recuava 1,33%.
Os mercados se acostumaram com um padrão de escalada e desescalada por parte do governo Trump. Na da Challenger, em relação à questão da soberania da Groenlândia, os mercados parecem apostar que Trump recuará e que outros líderes mundiais intervirão e farão o possível para evitar riscos.
Além da disputa pela Groenlândia, a Rússia bombardeou a Ucrânia com mais de 300 drones e mísseis balísticos e de cruzeiro em seu mais recente ataque noturno à rede elétrica ucraniana, disse o presidente Volodymyr Zelenskyy nesta terça-feira.
Leia também: Ursula von der Leyen defende Groenlândia e critica tarifas em Davos
Mas as ações de defesa parecem refletir uma possível distensão. A Rheinmetall cedia 1,51% em Frankfurt. A Leonardo recuava 2,2% em Milão.
Em Londres, as ações da GSK cediam 1,83%. A companhia anunciou hoje a assinatura de um acordo definitivo para a aquisição da RAPT Therapeutics, uma empresa biofarmacêutica da Califórnia em fase clínica, dedicada ao desenvolvimento de novas terapias para pacientes com doenças inflamatórias e imunológicas.
A ASML pedia 0,25% em Amsterdã, apagando ganho inicial após registrar pedidos e vendas melhores do que o esperado para o quarto trimestre, diante da recuperação de seus negócios na China e forte demanda.
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