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Trump ironiza ida a Davos e diz que é aguardado com “muita felicidade”
Publicado 20/01/2026 • 22:26 | Atualizado há 3 horas
Publicado 20/01/2026 • 22:26 | Atualizado há 3 horas
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Mark Garten via Fotos Públicas
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Em meio à escalada de tensões com países europeus e uma série de provocações diplomáticas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ironizou sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos. “Na Suíça, sou aguardado com muita expectativa e felicidade, sem dúvida”, afirmou o republicano em tom provocativo nesta terça-feira (20), antecipando sua chegada ao encontro de líderes globais.
O comentário veio no dia em que Trump completa um ano de volta à Presidência dos EUA, marcado por um estilo de gestão combativo e por políticas externas que têm aprofundado divisões transatlânticas.
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Em uma entrevista coletiva surpresa na Casa Branca, Trump desviou do foco inicial da coletiva para criticar o governo do ex-presidente Joe Biden e abordar temas internos e externos. Ao mostrar fotos de estrangeiros envolvidos em crimes em Minnesota, o presidente atacou políticas de imigração e vinculou a situação ao seu predecessor. Ele também fez comentários controversos sobre a comunidade somali no estado.
O governo divulgou antes da coletiva uma lista com o que ele considera 365 vitórias de sua gestão no primeiro ano de mandato, incluindo ações como capturar o líder venezuelano Nicolás Maduro, impor restrições às Forças Armadas a pessoas transgênero e anunciar o que chamou de “imigração negativa”.
A coletiva ocorre em um momento diplomático delicado. Nas últimas semanas, Trump endureceu o discurso sobre a Groenlândia, território autônomo dinamarquês de importância estratégica no Ártico. Ele reiterou o desejo de que os EUA tenham controle sobre a ilha. O plano provocou reação negativa na Europa, onde líderes denunciaram a postura como uma ameaça à soberania e ao multilateralismo.
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A tensão se estende além da Groenlândia: Trump divulgou mensagens atribuídas ao presidente francês Emmanuel Macron e chegou a ameaçar impor tarifas de 200% sobre vinhos e champanhes franceses em retaliação, caso Paris não apoie a iniciativa de um “Conselho da Paz” global.
Em resposta, líderes europeus reforçaram a defesa do Estado de Direito e prometeram não ceder a intimidações, defendendo um multilateralismo que, segundo eles, contrasta com as táticas de Trump.
Trump deve viajar à Suíça na noite de terça-feira (20) para participar da reunião em Davos, onde uma grande comitiva americana vai acompanhá-lo. A expectativa inclui encontros bilaterais e uma agenda centrada em sua visão de segurança internacional, incluindo discussões sobre a Groenlândia e outros temas geopolíticos.
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