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Ações do grupo Adani despencam após SEC dos EUA buscar interrogar fundador sobre acusações de fraude
Publicado 23/01/2026 • 10:10 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 23/01/2026 • 10:10 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Sam Panthaky/AFP
Gautam Adani em coletiva de imprensa
As ações das empresas do Adani Group caíram entre 5% e 13% nesta sexta-feira, após documentos judiciais revelarem que a SEC dos EUA busca enviar intimações ao fundador Gautam Adani e seu sobrinho Sagar Adani por acusações de suborno e fraude.
O bilionário indiano Gautam Adani, presidente do Adani Group e uma das pessoas mais ricas do mundo, foi indiciado com outros sete homens em um tribunal federal de Nova York em novembro de 2024, por acusações relacionadas a um esquema massivo de suborno e fraude.
A SEC recorreu ao juiz distrital dos EUA, Nicholas Garaufis, no Brooklyn, buscando permissão para emitir intimações legais ao presidente do Adani Group, Gautam Adani, e ao diretor executivo da Adani Green Energy, Sagar Adani, segundo os registros do tribunal.
Leia também: Gautam Adani, magnata indiano, é indiciado por fraude bilionária em Nova York
A CNBC entrou em contato com o Adani Group e a SEC dos EUA para comentários.
As ações da Adani Green Energy encerraram a sessão com queda de quase 14%, enquanto as da empresa principal, Adani Enterprises, fecharam em baixa de 10,7% nesta sexta-feira. Os papéis da Adani Power recuaram 5,7%.
Os executivos do Adani Group são acusados de enganar investidores americanos e internacionais sobre a conformidade da empresa com práticas antissuborno e anticorrupção, enquanto captavam mais de US$ 3 bilhões em capital para financiar contratos de energia.
O Ministério da Lei e Justiça da Índia recusou-se duas vezes no ano passado a entregar as intimações a Gautam Adani e Sagar Adani sob a Convenção de Haia, informou a SEC ao tribunal.
“O Ministério pareceu sugerir que a SEC carece de autoridade para invocar a Convenção de Haia ou solicitar o cumprimento das intimações”, afirmou o órgão.
Adani e diversos outros réus são acusados de terem pago mais de US$ 250 milhões em subornos a autoridades do governo indiano para obter contratos de fornecimento de energia solar que valem mais de US$ 2 bilhões em lucros.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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