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Meta e Alphabet enfrentam julgamento histórico por vício de menores em redes sociais
Publicado 09/02/2026 • 22:55 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 09/02/2026 • 22:55 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O julgamento contra a Alphabet e a Meta, os grupos por trás de várias das redes sociais mais populares, começou nesta segunda-feira (9) em um tribunal civil de Los Angeles, onde um júri popular deverá determinar se essas empresas de tecnologia projetaram deliberadamente suas plataformas para tornar as crianças dependentes.
O resultado pode estabelecer um precedente judicial em matéria de responsabilidade civil dos operadores de redes sociais, que até agora eram considerados isentos de tais acusações.
Estão convocados para depor o diretor executivo da Meta, Mark Zuckerberg, no dia 18 de fevereiro, e o responsável pelo Instagram, Adam Mosseri, a partir desta quarta-feira.
Também se espera que a Justiça chame para testemunhar Neil Mohan, diretor do YouTube, cuja empresa-mãe é a Alphabet.
Leia também: UE exige fim do ‘design viciante’ e ‘rolagem infinita’ do TikTok sob risco de multas bilionárias
Este caso gera muita expectativa, pois pode criar um precedente para processos que sugerem que as redes sociais buscam causar dependência, provocando depressão, transtornos alimentares, internações psiquiátricas e até suicídios entre os usuários.
A Alphabet e a Meta sentam-se no banco dos réus, mas, assim como outras companhias, acumulam centenas de ações semelhantes na Justiça estadunidense.
Os advogados dos autores estão copiando a estratégia seguida nos anos 1990 e 2000 contra a indústria do tabaco, que foi condenada por oferecer intencionalmente um produto nocivo.
Os advogados de defesa tentaram, sem sucesso, impedir que os autores comparassem suas plataformas ao tabaco e a outros produtos viciantes durante o rito processual.
O julgamento que começou nesta segunda-feira baseia-se no caso de uma mulher de 20 anos, identificada pelas iniciais K. G. M., que sofreu danos mentais pela dependência de redes que desenvolveu quando ainda era criança.
“É a primeira vez que uma empresa de redes sociais tem que enfrentar um júri por causar danos a menores“, declarou à AFP o advogado Matthew Bergman, cuja equipe conduz mais de 1.000 casos desse tipo.
Os gigantes de tecnologia recorrem à Lei de Decência nas Comunicações dos Estados Unidos para tentar se eximir de qualquer responsabilidade pelo que os usuários publicam nas plataformas.
No entanto, a ação sustenta que essas empresas são culpadas por manter um modelo de negócio baseado em algoritmos projetados para atrair a atenção com conteúdos que têm o potencial de prejudicar a saúde mental da população jovem.
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