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Safra de grãos deve atingir reduzir 1% em 2026, mas cultura de soja será recorde
Publicado 12/02/2026 • 09:52 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 12/02/2026 • 09:52 | Atualizado há 4 horas
KEY POINTS
Agência CNA
Safra de Soja
A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 342,7 milhões de toneladas em 2026, segundo estimativa de janeiro divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume representa queda de 1,0% em relação a 2025, quando foram colhidas 346,1 milhões de toneladas.
Na comparação com dezembro, a projeção da safra avançou 0,8%, equivalente a 2,8 milhões de toneladas adicionais.
A área a ser colhida foi estimada em 82,7 milhões de hectares, alta de 1,4% frente ao ano anterior.

Soja, milho e arroz respondem por 92,9% da produção total estimada e por 87,5% da área colhida.
A produção de soja deve atingir novo recorde, com 172,5 milhões de toneladas – alta de 3,9% frente a 2025. A área plantada da oleaginosa foi estimada em 48 milhões de hectares.
Já o milho deve somar 133,8 milhões de toneladas, queda de 5,6% na comparação anual. A primeira safra deve crescer 11,3%, enquanto a segunda safra recua 9,3%.
A produção de arroz foi estimada em 11,7 milhões de toneladas, retração de 7,9% frente ao ano anterior.

O Centro-Oeste permanece como principal região produtora da safra, com 167,5 milhões de toneladas, o equivalente a 48,9% do total nacional.
Em seguida aparecem Sul (95,3 milhões de toneladas), Sudeste (30,2 milhões), Nordeste (28,2 milhões) e Norte (21,5 milhões).
Na comparação anual, apenas Sul (10,4%) e Nordeste (1,8%) registraram crescimento. Centro-Oeste (-6,2%), Sudeste (-2,9%) e Norte (-3,7%) apresentaram queda.
O Mato Grosso lidera entre os estados, com 30,3% da produção nacional de grãos.
A produção de algodão herbáceo foi estimada em 8,8 milhões de toneladas, queda de 11% frente a 2025. O recuo reflete redução de área e produtividade.
O sorgo deve alcançar 4,6 milhões de toneladas, retração de 13,9% na comparação anual, após ter registrado safra recorde no ano anterior.
A produção de feijão, considerando as três safras, deve somar 3,0 milhões de toneladas, alta de 0,9%. O volume projetado é suficiente para atender ao consumo interno.
O trigo foi estimado em 7,7 milhões de toneladas, recuo de 1,0% frente a 2025.
A produção de tomate deve atingir 4,7 milhões de toneladas, alta de 1,7% na comparação mensal, mas ligeira queda frente ao ano anterior.
Já a castanha-de-caju deve registrar 141,8 mil toneladas, crescimento de 13,5% frente a 2025.
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