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Ibovespa B3 recua após máxima histórica, mas fluxo externo ainda sustenta viés positivo

Publicado 12/02/2026 • 12:18 | Atualizado há 3 horas

Arte com gráficos de investimento com logo da B3 sobreposto

Repdoução

B3

Mesmo com o viés positivo dos futuros de Nova York nesta quinta-feira (12), o Ibovespa opera em queda, devolvendo parte do ganho de 2,03% registrado na véspera, quando renovou máxima histórica.

O principal índice da B3 chegou a perder o patamar dos 189 mil pontos após ter aberto próximo da estabilidade em 189.694 pontos. Por volta das 11h15, recuava cerca de 0,15%, aos 189,5 mil pontos.

A correção ocorre após o índice ter tocado pela primeira vez os 190 mil pontos intradia no pregão anterior.

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Petróleo e minério pressionam, Vale limita perdas no Ibovespa

A queda moderada de aproximadamente 0,50% do petróleo no exterior e o recuo de 0,20% do minério de ferro em Dalian, na China, contribuem para o movimento de ajuste.

Ainda assim, o recuo do Ibovespa é parcialmente limitado pela valorização da Vale, que sobe cerca de 0,70% antes da divulgação de seu balanço trimestral, após o fechamento da B3.

Instituições consultadas pelo mercado projetam que a mineradora reverta o prejuízo de US$ 694 milhões registrado no quarto trimestre de 2024 para um lucro estimado em US$ 2,27 bilhões no período final de 2025.

Movimento técnico após rompimento

Para Kevin Oliveira, sócio e advisor da Blue3, o movimento é natural após o rompimento de resistências importantes.

“O índice vinha em tendência de alta, rompeu a faixa dos 183, 184 mil pontos e tocou 190 mil pela primeira vez. Depois de um movimento assim, é comum ficar mais lateralizado”, afirma.

O ajuste ocorre em meio a um cenário ainda favorável ao mercado local, sustentado por forte entrada de capital estrangeiro.

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Fluxo internacional continua forte no Ibovepa

Segundo dados citados por Silvio Campos Neto, economista sênior da Tendências Consultoria, até o dia 10 já haviam ingressado mais de R$ 30 bilhões líquidos de recursos externos na B3 em 2026, sendo quase R$ 5 bilhões apenas em fevereiro.

Esse fluxo tem sido um dos principais motores do rali recente da Bolsa brasileira.

Além disso, a pesquisa eleitoral Genial/Quaest divulgada na véspera, mostrando redução da diferença entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno de 2026, também ajudou a sustentar o apetite por risco.

Dados domésticos reforçam expectativa de corte da Selic

No campo macroeconômico, o mercado digere a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). O volume de serviços caiu 0,4% em dezembro ante novembro, acima da mediana das estimativas, que apontava queda de 0,1%.

No acumulado de 2025, o setor ainda registrou alta de 2,8%, em linha com o esperado.

Os números reforçam a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) inicie o ciclo de cortes da Selic em março. A maioria das apostas indica redução de 0,50 ponto percentual na taxa, atualmente em 15% ao ano.

Banco do Brasil sobe mesmo com queda anual do lucro

Entre os destaques corporativos, as ações do Banco do Brasil avançavam mais de 3%. O banco reportou lucro líquido ajustado de R$ 5,742 bilhões no quarto trimestre de 2025, queda de 40% na comparação anual, mas alta de 51% frente ao terceiro trimestre.

O retorno sobre patrimônio (ROE) ficou em 12,4%, acima do trimestre anterior, mas abaixo do patamar de um ano antes.

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