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Fraude em eletrônicos: entenda como grupo usou empresas de fachada para lavar R$ 1,1 bi em SP
Publicado 12/02/2026 • 11:23 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 12/02/2026 • 11:23 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na manhã desta quinta-feira (12) uma operação para desarticular um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de bens ligado a um grupo empresarial do setor de distribuição de produtos eletrônicos, com atuação na capital paulista e em outros estados.
Ao todo, são cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e três de prisão nos estados de São Paulo e Santa Catarina. A ação mobiliza cerca de 100 policiais civis, 20 auditores fiscais da Sefaz-SP e dois promotores de Justiça, que atuam em quatro endereços vinculados ao grupo investigado.
A operação conta com a participação do Deic, do Ministério Público do Estado de São Paulo — por meio do Gaepp — e da Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP).
De acordo com as investigações, a organização utilizava empresas de fachada que funcionavam como “contas de passagem” para desviar o fluxo financeiro. Paralelamente, as notas fiscais eram emitidas por terceiros, dificultando o rastreamento dos valores e ocultando as receitas reais da plataforma principal.
Leia também: Ministério Público denuncia dono da Ultrafarma por esquema de propina e fraude de R$ 327 milhões
Segundo os investigadores, a engrenagem financeira permitiu a movimentação de ao menos R$ 1,1 bilhão em apenas sete meses, gerando uma discrepância significativa entre o caixa real e o patrimônio oficialmente declarado pelas empresas operacionais.
O Gaepp obteve na Justiça o sequestro de valores que podem chegar a RS 1,1 bilhão. Entre os bens já identificados e bloqueados estão cerca de R$ 25 milhões em imóveis de alto padrão, veículos de luxo, dezenas de contas bancárias em nome de “laranjas” e diversas aplicações financeiras.
Ainda conforme a apuração, o grupo utilizava pessoas com antecedentes criminais e suposta ligação com facções criminosas como sócios de fachada. A estratégia teria como objetivo blindar o patrimônio e dificultar eventual responsabilização judicial dos verdadeiros beneficiários.
As autoridades apontam que ficou evidenciada uma prática sistemática de confusão patrimonial, com indícios de fraude contra o fisco, credores e o sistema de Justiça. A investigação concentra-se no crime de lavagem de capitais, com o objetivo de misturar recursos ilícitos a atividades comerciais formais.
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