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MEI: perdido com a Reforma Tributária? Sergio All dá dicas para se reencontrar
Publicado 13/02/2026 • 18:43 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 13/02/2026 • 18:43 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
As mudanças que a Reforma Tributária trouxeram à gestão fiscal da empresas já é uma realidade – mas a parte “chata” desta realidade é que, segundo o notável Sergio All, apenas 11% das empresas se enquadraram com o sistema. “Estamos falando de 37% que estão sem planejamento. E isso é muito ruim, porque (a Reforma) já entrou em vigor”, disse ele, durante sua participação semanal no Radar, programa da Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, nesta sexta-feira (13).
Mas nem tudo está perdido, segundo All. “Tenho o costume de dar notícias boas para os empreendedores – olha, o mundo não acabou. Você precisa ter uma parceria com um bom contador e precisa estar preparado. Trouxe uma ideia de cinco ajustes que são importantes para isso, para estar preparado”, aponta.
Leia também: 72% das empresas não estão preparadas para a Reforma Tributária, aponta levantamento
Veja quais são as dicas para o empresário, especialmente os micro e o médio empreendedor, vencer os degraus da Reforma Tributária e recolocar sua empresa nos trilhos:
“Para empresas que utilizam o sistema de IRP (ERPs), existem tantas plataformas boas que são necessárias para estar atualizado, como o Bling, Tiny IRP. Tem até o Conta Azul, que ajuda. Já tem plataformas estruturadas para isso. É um preço que é super viável para grande parte dos empreendedores, principalmente os pequenos.”
“Treinar um responsável fiscal é importante. E hoje existem muitas plataformas para isso, como o curso do Sebrae Digital sobre o novo regime tributário. E também, trazer um contador parceiro para sentar na mesa e falar assim: ‘olha, me ajuda a estruturar isso, que eu não quero ter problema nesse ano’. É um dos principais caminhos.”
“Seria tão bom o empreendedor estar preparado para vários cenários. E simular os cenários é muito importante pelo simples fato de que estamos falando de uma alíquota efetiva, de fazer testes de 25% a 28%, versus hoje que é 15% a 20%, é um cenário. Também tem a questão de precificação, que é ajustar preços com repasse. Então, simular cenários é importante.”
“Muitos não levaram muito em consideração, mas hoje é necessário fazer esse mapeamento, até porque estamos falando de insumos essenciais – energia, aluguel… Estamos falando também de outros créditos maiores. E fazer um checklist na Receita Federal é importante, para ver quais são as despesas que compensam dentro desse processo todo.”
“Quando a gente fala de fluxo de caixa híbrido, estamos falando de janeiro a junho de 2026, o Simples Nacional, o que é superimportante, principalmente agora o MEI que está passando por muitas mudanças: reservar sempre dois meses de caixa para a transição fiscal, olhando o cenário atual e os próximos cenários que virão, e estar preparado justamente porque a corda sempre quebra para o lado mais fraco.”
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