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Anvisa apreende lotes falsificados de Mounjaro e proíbe uso de medicamentos irregulares
Publicado 02/04/2026 • 23:02 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 02/04/2026 • 23:02 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de medicamentos falsificados do Mounjaro, após identificar inconsistências que indicam adulteração nos produtos usados no tratamento de diabetes e obesidade.
A medida atinge os lotes D856831 (Mounajro) e D880730 e D840678 (Mounajro Kwikpen), que passam a ter comercialização, distribuição e uso proibidos em todo o país.
As irregularidades foram detectadas pela Eli Lilly, responsável pelo registro do medicamento no Brasil. Entre os problemas encontrados estão números de série inexistentes nos sistemas da fabricante, diferenças no material da embalagem e falhas na leitura do código 2D.
Segundo a agência, não foi possível identificar o responsável pela falsificação dos produtos.
Além disso, a Anvisa determinou a retirada de circulação de canetas emagrecedoras sem registro contendo tirzepatida, comercializadas sob o nome Tirzec, também sem fabricante identificado.
A agência alerta que medicamentos produzidos fora dos padrões regulatórios apresentam riscos à saúde, já que não seguem critérios de qualidade, esterilidade e rastreabilidade.
Em novembro de 2025, a Polícia Federal realizou uma operação para desarticular uma quadrilha envolvida na produção e venda ilegal de tirzepatida, reforçando a preocupação com esse tipo de prática.
Para ajudar consumidores, a Eli Lilly disponibilizou uma ferramenta de verificação de autenticidade dos produtos.
O sistema utiliza o QR Code presente na embalagem, permitindo conferir se o número de série corresponde a um medicamento original.
De acordo com a empresa, informações ilegíveis ou inconsistentes na embalagem podem indicar falsificação ou comprometimento do produto.
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