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“O banco não vai quebrar”, diz governadora do DF após reunião com Galípolo sobre solução para o BRB 

Publicado 09/04/2026 • 15:41 | Atualizado há 4 horas

KEY POINTS

  • Plano técnico da nova gestão foi apresentado ao Banco Central para demonstrar capacidade de cumprir exigências regulatórias
  • Situação do BRB envolve fragilidade patrimonial ligada ao Banco Master e depende de aporte do governo local
  • Estimativas apontam necessidade de cerca de R$ 8 bilhões em provisões, com assembleia marcada para o dia 22 e investigação já encaminhada à Polícia Federal
Fachada o BRB em Brasília

Reuters

BRB

Uma solução definitiva para o Banco de Brasília (BRB) deve surgir em até 30 dias, segundo a governadora do Distrito Federal, Celina Leão. A declaração aconteceu após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, nesta quinta-feira, 9, em São Paulo. Ela afirmou que a instituição não corre risco de quebrar.

“No prazo de menos de 30 dias, nós teremos uma situação totalmente diferente da que nós estamos vivendo”, disse a governadora a repórteres ao deixar o prédio da autarquia na capital paulista. “Em 30 dias, daremos uma solução definitiva para o banco, e o banco não irá quebrar.”

De acordo com a governadora, o governo local trabalha em uma proposta para reequilibrar a situação do banco. Um plano técnico elaborado pela nova gestão foi apresentado ao Banco Central, com o objetivo de demonstrar a capacidade de cumprimento das exigências regulatórias. “BRB tem toda a condição para cumprir aquilo que está previamente acordado com o BC”, afirmou. 

Participaram do encontro o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, e diretores do Banco Central, que acompanharam a reunião por videoconferência.

A discussão ocorre em meio a preocupações com a situação patrimonial do banco, associada a operações da Polícia Federal (PF) envolvendo o Banco Master. O Banco Central já indicou que a recomposição de capital depende de aporte por parte do governo do Distrito Federal.

O balanço de 2025, que deveria ter sido divulgado no fim de março, ainda não foi publicado. O documento deve detalhar os efeitos da aquisição de créditos do Banco Master, posteriormente substituídos por outros ativos, cuja avaliação ainda gera incertezas.

Estimativas de mercado apontam para provisões próximas de R$ 8 bilhões. A capitalização do banco ainda não foi viabilizada pelo governo local. Uma assembleia está prevista para o dia 22 para deliberar sobre o tema.

Além da agenda institucional, representantes do banco e do governo participam de reuniões com instituições financeiras em São Paulo.

Paralelamente, foi concluída uma investigação interna relacionada à operação “Compliance Zero”. O material foi encaminhado à Polícia Federal.

“Houve o nosso pedido de dar retirada sem prévio juízo de valor, até porque tem um processo criminal que corre, mas para dar mais transparência nesse momento em que as pessoas precisam de ter a credibilidade”, disse Celina, nesta quinta-feira, sobre os afastamentos. Segundo a governadora, a medida busca assegurar transparência durante o andamento das apurações.

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