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Banco Master pagou mais de R$ 3 mihões a ex-chefe de regulação do Banco Central  

Publicado 10/04/2026 • 21:36 | Atualizado há 4 horas

KEY POINTS

  • Documentos encaminhados à CPI do Crime Organizado mostram que o Banco Master declarou à Receita Federal um pagamento de R$ 3 milhões, em 2024, à JGM Solutions, empresa ligada a João André Calviño Marques Pereira, ex-integrante do Banco Central.
  • Não há detalhamento sobre a data exata da operação nem sobre o serviço prestado, apenas a classificação fiscal que indica contratação entre pessoas jurídicas.
  • Pereira chefiou o Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central entre abril de 2018 e 11 de janeiro de 2024, período que atravessa as gestões de Ilan Goldfajn e Roberto Campos Neto.
Fachada do Banco Central do Brasil

Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

Vorcaro afirma que Banco Central acompanhava o Master antes de decretar liquidação

Documentos encaminhados à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado do Senado mostram que o Banco Master declarou à Receita Federal um pagamento de R$ 3 milhões, em 2024, à JGM Solutions, empresa ligada a João André Calviño Marques Pereira, ex-integrante do Banco Central.

A informação consta na DIRF (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte) de 2025 da instituição financeira. No documento, o banco informa a retenção de R$ 45 mil em impostos sobre o valor pago. Não há detalhamento sobre a data exata da operação nem sobre o serviço prestado, apenas a classificação fiscal que indica contratação entre pessoas jurídicas.

Pereira chefiou o Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central entre abril de 2018 e 11 de janeiro de 2024, período que atravessa as gestões de Ilan Goldfajn e Roberto Campos Neto. Em seguida, foi licenciado da instituição por interesse pessoal em 4 de março de 2024 e, posteriormente, exonerado a pedido do cargo de auditor em 4 de junho de 2025.

Em resposta ao Times Brasil, licenciado exclusivo CNBC, o Banco Central afirmou que o Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) não participa de decisões relacionadas a processos de mudança de controle societário. “João André deixou de ser chefe do Denor em 11/1/24, foi licenciado do BC por interesse pessoal em 4/3/24 e exonerado a pedido em 4/6/25”, esclareceu. 

O caso integra o conjunto de informações analisadas pela CPI, que investiga possíveis irregularidades envolvendo instituições financeiras. Até o momento, os dados fiscais não esclarecem a natureza dos serviços prestados pela empresa ao banco.

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