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Publicado 01/02/2025 • 11:57
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Agência Brasil
O senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) é o franco favorito a ser eleito presidente do Senado para os próximos dois anos. A se confirmar o resultado, será a segunda vez que Alcolumbre ocupará o cargo – ele foi presidente da Casa de 2019 a 2021, no início do governo de Jair Bolsonaro. A eleição para a Mesa Diretora do Senado está marcada para este sábado, 1o, a partir das 10 horas. Será secreta e realizada em cédula de papel. Os adversários de Alcolumbre serão os senadores Marcos do Val (Podemos-ES), Marcos Pontes (PL-SP), Eduardo Girão (Novo-CE) e Soraya Thronicke (Podemos-MS). Nenhum dos quatro concorrentes, porém, tem chances reais de ser eleito presidente do Senado.
Alcolumbre tem bom trânsito com a direita e com a esquerda e, nos últimos anos, durante a gestão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), seu aliado, na presidência do Senado, foi responsável por boa parte das negociações envolvendo emendas parlamentares e cargos. São atribuídas a ele, por exemplo, indicações nos ministérios do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a de Juscelino Filho, na pasta das Comunicações, e a de Waldez Góes, à frente da Integração Nacional. Senador de segundo mandato – foi eleito pela primeira vez em 2014 -, Alcolumbre, de 47 anos, está na política em cargos públicos desde 2001, quando tomou posse como vereador de Macapá, capital do Amapá. À época, tinha 23 anos e era filiado ao PDT.
Em 2002, foi eleito deputado federal pelo mesmo partido. Trocou de sigla em 2006, quando migrou para o PFL, que mudou de nome para DEM em 2007 e depois se fundiu com o PSL para formar o União Brasil, legenda à qual está filiado até hoje. O senador amapaense é muito cordial com seus pares e conquistou nos últimos anos o espaço de protagonista nas negociações da Casa Alta do Congresso com quem quer que esteja no Palácio do Planalto. No governo de Jair Bolsonaro, estabeleceu uma aproximação da Casa com o então presidente. Sua eleição, em grande parte, é atribuída aos bolsonaristas, que impulsionaram, em 2019, o discurso de voto aberto na disputa como forma de enfraquecer Renan Calheiros (MDB-AL), adversário de Alcolumbre naquela eleição.
Com a mudança de chefe do Poder Executivo em 2023, Alcolumbre manteve a mesma proximidade com o Planalto. Indicou ministros ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e participou ativamente das discussões sobre liberação de emendas parlamentares. Desde que deixou a presidência do Senado, em 2021, o senador amapaense manteve-se em uma posição de destaque na Casa. Foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça por quatro anos.
Esta foi uma forma de Alcolumbre cumprir o que ele chamou, em conversas com amigos, de um “ciclo” – os quatro anos na presidência do Senado. Em 2023, quando encerrou seu primeiro mandato, tentou, junto ao então presidente da Câmara, Rodrigo Maia, uma mudança na interpretação da Constituição para permitir sua reeleição. O Supremo Tribunal Federal não autorizou e decidiu que a reeleição na mesma legislatura é inconstitucional. Restou a Alcolumbre indicar um aliado à época: Rodrigo Pacheco.
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